Presidente regional do PSL defende redução do número de partidos

Antônio Muniz

Presidente regional do PSL, Pedro Valério, afirma que se o diagnóstico institucional estiver correto, a expectativa é de que haja uma redução de siglas, já que, por natureza, os dispositivos contribuem para favorecer os grupos mais bem estabelecidos em detrimento dos demais. Valério foi entrevistado pelo jornalista Antonio Muniz, no programa RB Notícias, ao vivo, nesta terça-feira, na TV Rio Branco-SBT e elogiou a postura da deputada acreana. Desde a redemocratização, o número de partidos do Brasil vem sendo uma das dimensões políticas mais debatidas nos meios acadêmico, político e jornalístico. “O ideal seria termos cinco partidos – dois de esquerda, dois de direita e um de centro”, afirmou o dirigente. Ainda segundo ele, existem mais de 30 partidos com representante no Congresso Nacional e outro grande número tentando obter registro definitivo. Tal fato, segundo ele, fragiliza os partidos e oferece oportunidade aos que usam os partidos para obterem vantagens pessoais. As origens dessa questão, segundo Valério, remontam ao período da transição política iniciada no governo do general Ernesto Geisel (1974-79), quando se implodiu o regime bipartidário imposto pelos militares. A questão naquele momento era: quantos partidos o novo sistema partidário deveria ter para que conseguisse, ao mesmo tempo, dividir a oposição ao regime militar, concentrada no MDB, e encapsular o conflito social, mitigando e moderando a vontade popular por ampla participação no sistema político que estava por vir. No fim das contas, o primeiro sistema pluripartidário, após a reforma de 1979, foi constituído por cinco partidos: PDS, PMDB, PTB, PDT e PT. Com o regime liberal-democrático promulgado em fins dos anos 1980 e a realização da primeira eleição direta para a Presidência da República, o formato do sistema partidário adquiriu novas feições multipartidárias, aumentando consideravelmente a fragmentação do poder político na Câmara Federal. Desde então, a questão passou a ser como o Brasil poderia diminuir o número de partidos.

Pedro Valério chamou atenção para algumas mudanças na legislação eleitoral que poderão ter forte impacto sobre o formato do sistema partidário a médio prazo. A primeira, que já vigorou nas eleições de 2016 e 2018, é a cláusula de desempenho dos candidatos e partidos. Pela nova regra, o candidato precisa obter um número de votos igual ou maior a 10% do quociente eleitoral, que é a quantidade de votos válidos dividida pelo número de cadeiras em disputa em cada estado para ser considerado eleito, sena nas câmaras municipais, nas assembleias legislativa ou na Câmara Federal.  Ao vetar que os candidatos com poucos votos sejam eleitos com a ajuda dos chamados “puxadores de votos” das legendas e, até então, da coligação, essa medida reduzirá a bancada partidária, ou até mesmo impedirá que partidos consigam representação parlamentar. Nas eleições de 2018, o PSL paulista, por exemplo, teve sua bancada reduzida em sete cadeiras devido a essa regra dos 10% do quociente eleitoral.

MARA Rocha seriam bem vinda ao PSL

Presidente regional do PSL, Pedro Valério afirma que a deputada federal Mara Rocha, ex-presidente regional do PSDB, seria bem vinda ao partido, mas uma decisão tomada internamente não permite ingresso de políticos com mandato. 

Segundo Pedro Valério, o PSL está se reorganizando na capital e interior para montar uma chapa forte tanto para deputado estadual, quanto para federal. 

“Temos grandes lideranças em todas as regiões do Acre, notadamente em Rio Branco, Cruzeiro do Sul, Sena Madureira, Feijo, Tarauacá, e na Região do Alto Acre”, afirmou o dirigente. O PSL, segundo Valério, vai confrontar ideias com os partidos de esquerda.


Lavar as mãos
A lavagem deve ser feita frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos, respeitando os 5 momentos de higienização.


Não tocar o rosto
Evite encostar as mãos não lavadas na boca, nos olhos e nariz. Essas são as principais portas de entradas do coronavírus no organismo.


Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar
O ideal é usar cotovelo ou lenço. Se utilizar papel, jogue fora imediatamente.


Usar álcool em gel
Se não houver água e sabonete para lavar a mão, use o álcool gel 70%, que é eficiente para matar o vírus e outras possíves bactérias.


Evitar contato se estiver doente
Quem está com sintomas de doença respiratória deve evitar apertar as mãos, abraçar, beijar ou compartilhar objeto. Se puder, fique em casa.

Usar máscara se apresentar sintomas
Quem está com sintomas como tosse e espirro deve usar máscara mesmo sem o diagnóstico confirmado de covid-19.