Marina detona Salles e pede rigor na apuração de denúncia envolvendo ministério de Damares

Por Wanglézio Braga / Fotos: Reprodução

A ex-ministra do Meio Ambiente e Ex-senadora do Acre, Marina Silva (REDE) vem sendo mais virulenta em denunciar os desmandos das pastas que são ligadas às questões ambientais e de direitos humanos. Hoje (01), uma das principais oposicionistas do Governo Jair Bolsonaro (SEM PARTIDO), comentou sobre reportagens que denunciam assuntos das duas pastas.

Marina Silva apontou, inicialmente, a sua “fecha crítica” para o atual Ministro do Meio Ambiente Ricardo Sales. Um jornal de circulação nacional opinou sobre a postura do ministro quanto à preservação do seu nome mediante o aumento do desmate. A crítica de Marina sobre isso respingou também no vice-presidente Hamilton Mourão (PSL), presidente Conselho Nacional da Amazônia Legal.

“A única preservação garantida pelo governo federal durante o anúncio da taxa anual de desmatamento na Amazônia é a do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, ausente na cerimônia que contou com o ministro Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia) e o vice-presidente Hamilton Mourão […]”escreveu e acrescentou “Enquanto o vice-presidente Mourão insiste no malabarismo de controlar a imagem internacional do Brasil sem exercer o controle ambiental na Amazônia, o projeto antiambiental do governo Bolsonaro segue sem ressalvas”.

Em seguida, Silva compartilha e comenta sobre a possível ação do Ministério liderado por Damares Alves sobre reunião com fazendeiros que teriam tentado pressionar os indígenas por redução de terras demarcadas. Na reportagem, o jornal destaca que “Índios contam que ficaram presos e sem comunicação externa; Terra Indígena Apyterewa, que tem aproximadamente 773 mil hectares, foi homologada em 2007, mas sofre com invasão de grileiros, fazendeiros e madeireiros”.

“É gravíssima a notícia de que um grupo de lideranças indígenas da etnia Parakanã foi forçado a aceitar uma proposta de redução da Terra Indígena Apyterewa, no sul do Pará, em reunião intermediada pelo ministério que cuida da área de direitos humanos do governo federal. Os indígenas alegam que ficaram presos e sem comunicação externa em uma fazenda por três dias até concordarem com a redução das suas terras. O Ministério Público precisa investigar essa denúncia com urgência”, comentou.

 


Lavar as mãos
A lavagem deve ser feita frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos, respeitando os 5 momentos de higienização.


Não tocar o rosto
Evite encostar as mãos não lavadas na boca, nos olhos e nariz. Essas são as principais portas de entradas do coronavírus no organismo.


Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar
O ideal é usar cotovelo ou lenço. Se utilizar papel, jogue fora imediatamente.


Usar álcool em gel
Se não houver água e sabonete para lavar a mão, use o álcool gel 70%, que é eficiente para matar o vírus e outras possíves bactérias.


Evitar contato se estiver doente
Quem está com sintomas de doença respiratória deve evitar apertar as mãos, abraçar, beijar ou compartilhar objeto. Se puder, fique em casa.

Usar máscara se apresentar sintomas
Quem está com sintomas como tosse e espirro deve usar máscara mesmo sem o diagnóstico confirmado de covid-19.