Denunciado pelo MPAC, réu é condenado a quase 43 anos por feminicídio e integração em organização criminosa

Agência de Notícias do Acre

O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por intermédio da 10ª Promotoria de Justiça Criminal, obteve a condenação de Alessandro Lima Magno pelo feminicídio cometido em março de 2020, no bairro Montanhês, contra Katiana Andrade de Lima, e por integrar uma organização criminosa. O promotor de Justiça Carlos Pescador atuou no júri.

Segundo a denúncia, assinada pelo promotor de Justiça Ildon Maximiano, na data do crime os dois estavam juntos nas imediações da residência onde viviam e, por motivos que não foram precisados, o réu atacou a vítima com múltiplos golpes de arma branca, atingindo-a em diversas partes do corpo.

O crime foi cometido na presença da filha da vítima, que estava com ela no momento em que se iniciaram as agressões. Ainda segundo a denúncia, o réu já havia sido condenado anteriormente pela prática do crime de tentativa de homicídio qualificado contra sua então companheira.

Dessa forma, Alessandro foi denunciado pelo crime de homicídio qualificado pelo feminicídio praticado no âmbito da violência doméstica, com meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima, além de causa de aumento de pena decorrente da presença física de descendente da vítima.

Após confissão do próprio acusado e relatório sobre o seu envolvimento em uma organização criminosa, o MPAC aditou a denúncia e acresceu ao réu a acusação da prática do crime de organização criminosa, circunstanciado pelo emprego de arma de fogo e a participação de menores de idade.

Durante a sessão de julgamento, os jurados reconheceram a materialidade e autoria dos crimes, condenando Alessandro Lima Magno a uma pena de 42 anos, 8 meses e 12 dias de reclusão.

De acordo com a 14º Edição do Anuário de Segurança Pública do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), o Acre possui a pior taxa nacional de feminicídios. Este foi o terceiro caso julgado desde setembro no estado – o MPAC obteve a condenação dos réus em todos eles.

 


Lavar as mãos
A lavagem deve ser feita frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos, respeitando os 5 momentos de higienização.


Não tocar o rosto
Evite encostar as mãos não lavadas na boca, nos olhos e nariz. Essas são as principais portas de entradas do coronavírus no organismo.


Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar
O ideal é usar cotovelo ou lenço. Se utilizar papel, jogue fora imediatamente.


Usar álcool em gel
Se não houver água e sabonete para lavar a mão, use o álcool gel 70%, que é eficiente para matar o vírus e outras possíves bactérias.


Evitar contato se estiver doente
Quem está com sintomas de doença respiratória deve evitar apertar as mãos, abraçar, beijar ou compartilhar objeto. Se puder, fique em casa.

Usar máscara se apresentar sintomas
Quem está com sintomas como tosse e espirro deve usar máscara mesmo sem o diagnóstico confirmado de covid-19.