Júri: Após denúncia do MPAC, réus são condenados por homicídio a mando de organização criminosa

O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), com atuação do promotor de Justiça Teotônio Rodrigues Soares, obteve na última terça-feira (13) a condenação, perante a 2 ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca e Auditoria Militar da Comarca de Rio Branco, de quatro acusados de participação na morte do jovem Antonio Abílio Cordeiro da Silva.

O crime ocorreu em agosto de 2017, no bairro São Francisco, em Senador Guiomard. Em razão do envolvimento dos acusados com organização criminosa, o julgamento foi desaforado, ocorrendo em Rio Branco.

De acordo com a denúncia do MPAC, assinada pelo promotor de Justiça Walter Teixeira Filho, a morte do jovem foi determinada por Moisés de Freitas Souza e Jameson Xavier de Barros Monteiro, então líderes de duas facções criminosas, após pedido do presidiário Orleilson do Nascimento, inconformado com o envolvimento amoroso da vítima com a sua ex-esposa.

Ainda de acordo com o texto da Promotoria, na data do crime, Eduardo do Vale Souza, de posse de uma arma de fogo, se dirigiu até a casa da vítima e a atingiu com cinco tiros, na região lombar, na nunca e no tórax. A vítima, que chegou a ser socorrida pelo SAMU e encaminhada para o Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco, não resistiu aos ferimentos e veio a óbito.

Na denúncia, o MPAC anexou uma carta cujo conteúdo demonstra que a vítima foi avisada por outro presidiário que sua morte havia sido decretada.

Moisés de Freitas foi condenado a 33 anos e 8 meses de prisão, Jameson Xavier a 28 anos e 11 meses, Orleilson do Nascimento a 27 anos e 3 meses, e Eduardo do Vale a 19 anos e 4 meses, todas em regime inicialmente fechado. A pedido do MPAC, José Natanael da Silva, que também havia sido denunciado por participação no crime, foi absolvido.

 

Agência de Notícias do MPAC


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