Acre fica em segundo lugar entre os estado que menos investiram no Setor da Construção Civil

Por Wanglézio Braga 

Um dado nada animador para a construção civil foi publicado nesta semana. Segundo o Empresômetro, empresa especialista em inteligência de mercado, que percebeu grande queda no setor em sua participação no Produto Interno Bruto (PIB) que soma de toda a riqueza produzida no país em quase 30% desde 2014.

O estado de São Paulo é a sede de mais de 113 mil empreendimentos de obras em alvenaria. Na região norte, somente Manaus, a capital do Amazonas, estado que conta com 2.069 empresas de obras de alvenaria, contabiliza 1.521 desses negócios. O estado do Acre, no Ranking geral, ocupa a penúltima colocação com apenas 319 empreendimentos. Roraima ocupa a última colocação com 203.

No entanto, a expectativa é que o segmento volte a ter números positivos até o final desse ano. “A redução do poder de compra, oferta de crédito reduzida e pouco dinheiro para investimentos públicos pesam no setor, fazendo com que ele se retraia. O que vimos em nossos dados é que a confiança na construção civil ainda é grande, e deveria ser, pois é algo necessário a qualquer Estado”, afirma Otávio Amaral, representante do Empresômetro que acrescenta: “Muito disso se dá pela mudança da legislação trabalhista, que facilitou a contratação de trabalhadores como empresas, pelos custos menores com pessoal, e a própria vontade de empreender. Vê-se cada vez mais empreiteiros construindo por conta própria”.

Nos últimos dias, o governo Gladson Cameli (PP) vem sendo bombardeado por críticas disparadas por empresários e representantes do setor da construção civil por falta de projetos e licitações que possam investir no estado. A liberação de projetos traria novos empregos, empreendimentos e movimentaria a economia do estado. Nos bastidores, muitos atribuem a culpa a dois secretários que estariam impedido a movimentação dentro do governo. A expectativa dos empresários é que o governo resolva esse impasse até o final do ano. 


Lavar as mãos
A lavagem deve ser feita frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos, respeitando os 5 momentos de higienização.


Não tocar o rosto
Evite encostar as mãos não lavadas na boca, nos olhos e nariz. Essas são as principais portas de entradas do coronavírus no organismo.


Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar
O ideal é usar cotovelo ou lenço. Se utilizar papel, jogue fora imediatamente.


Usar álcool em gel
Se não houver água e sabonete para lavar a mão, use o álcool gel 70%, que é eficiente para matar o vírus e outras possíves bactérias.


Evitar contato se estiver doente
Quem está com sintomas de doença respiratória deve evitar apertar as mãos, abraçar, beijar ou compartilhar objeto. Se puder, fique em casa.

Usar máscara se apresentar sintomas
Quem está com sintomas como tosse e espirro deve usar máscara mesmo sem o diagnóstico confirmado de covid-19.