Prefeitura apresenta Plano de Contingência 2017

O Prefeito Marcus Alexandre e a vice-prefeita Socorro Neri lançaram o Plano de Contingência contra enchentes em Rio Branco. O lançamento, realizado na sede da Associação dos Municípios do Acre - AMAC, contou com a participação do coordenador da Defesa Civil Municipal, coronel George Santos; de secretários e assessores da Prefeitura de Rio Branco; do comandante do Corpo de Bombeiros, coronel Roney Cunha; do comandante do 7º BEC, tenente-coronel Luís Henrique Franco; e dos representantes do DEPASA, Miguel Félix, da Polícia Militar, Major Freitas, além do Chefe do Gabinete Militar da Prefeitura, coronel Cleudo Maciel. O secretário de Meio Ambiente do Estado, Edegard de Deus, o Secretário de Estado de Desenvolvimento Social, Gabriel Gelpke, a representante do Instituto de Mudanças Climáticas, Vera Reis, os vereadores Pastor Manuel Marcos, presidente da Câmara de Vereadores, Jackson Ramos, Elzinha Mendonça e Rodrigo Forneck também estavam presentes. Além do representante da União Municipal das Associações de Moradores de Rio Branco - UMAMRB, Gilson Albuquerque.

O documento, elaborado desde 2013, é instrumento norteador para ações de socorro e assistência às famílias em caso de enchentes. Além de definir a atuação dos órgãos envolvidos, orienta prioridades das ações de enfretamento como mobilização, preparação de abrigos, recebimento e acolhida das famílias, retirada e transportes nas áreas de risco. A execução do Plano é deflagrada quando o Rio Acre atinge a cota de 12 metros.

De acordo com o prefeito Marcus Alexandre, “o Plano é resultado do apanhado de aprendizado no enfrentamento às enchentes nos últimos quatro anos. Setenta por cento das enchentes ocorrem no período entre o janeiro e início de março. Então, é o momento de monitorar, redobrar a atenção e nos prepararmos para ações de socorro e assistência às famílias”, destacou.

“A estrutura mobilizada envolve 23 órgãos do sistema municipal da Defesa Civil e conta com o apoio do Governo do Estado, por meio do Corpo de Bombeiros e Defesa Civil Estadual, e da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil do Ministério da Integração, todos engajados para minimizar o sofrimento da população”, destacou o coordenador da Defesa Civil de Rio Branco, coronel George Santos.

A Defesa Civil mantém o acompanhamento permanente nas áreas de riscos hidrológicos, primeiras zonas afetadas pela cheia, como os bairros Airton Sena e Taquari, e nas áreas de riscos geológicos, onde ocorrem movimentação de solo como bairros Preventório, Embratel e Vila Nova.

Como é elaborado o Plano de Contingência

O Plano de Contingência contra enchentes no município de Rio Branco é elaborado, desde 2013, a partir de dados coletados pela defesa civil e especialistas em meio ambiente. Os registros mostram a ocorrência de enchentes desde 1972. Sendo as de maiores proporções nos anos de 1988, 1997, 2012 e em 2015, quando o nível do Rio Acre atingiu a cota histórica de 18,40 metros. De 2013 a 2015, durante a gestão do prefeito Marcus Alexandre, a cidade passou, no total, 90 dias de inundação.

Ainda de acordo com dados apresentados no Plano de Contingência, de setembro de 2016 a janeiro deste ano, o volume de chuvas tem sido maior do que a média histórica. Nos primeiros dias de janeiro choveu 311mm, quando a média do período de anos anteriores foi de 280mm. Só na última quarta-feira, 11, choveu 49 milímetros na capital.

A representante do Instituto de Mudanças Climáticas, professora Vera Reis, chamou a atenção para o histórico de eventos ocorridos em função de fenômenos como o El Niño. Segundo ela, “não queremos ser muito pessimistas, mas vemos que as mudanças climáticas vêm afetando o mundo. 2015 foi o ano mais quente da história. O El Niño de 2016 foi um dos piores já registrados. Esse é um período de neutralidade, o que quer dizer que não é possível fazer previsões. Então, precisamos redobrar a atenção e unir esforços para enfrentar essas situações”, disse a professora.

 

Da Assessoria
Fotos Fagner Delgado/Asscom


Lavar as mãos
A lavagem deve ser feita frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos, respeitando os 5 momentos de higienização.


Não tocar o rosto
Evite encostar as mãos não lavadas na boca, nos olhos e nariz. Essas são as principais portas de entradas do coronavírus no organismo.


Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar
O ideal é usar cotovelo ou lenço. Se utilizar papel, jogue fora imediatamente.


Usar álcool em gel
Se não houver água e sabonete para lavar a mão, use o álcool gel 70%, que é eficiente para matar o vírus e outras possíves bactérias.


Evitar contato se estiver doente
Quem está com sintomas de doença respiratória deve evitar apertar as mãos, abraçar, beijar ou compartilhar objeto. Se puder, fique em casa.

Usar máscara se apresentar sintomas
Quem está com sintomas como tosse e espirro deve usar máscara mesmo sem o diagnóstico confirmado de covid-19.