Novo auxílio emergencial deve ser de R$ 250 e durar 4 meses

Catraca Livre

O governo federal estuda a possibilidade de retomar os pagamentos do auxílio emergencial a partir de março com o valor de R$ 250.

O novo auxílio deve ser pago à metade do número de beneficiados do programa anterior e deve durar por quatro meses.

Em uma live com executivos do Banco BTG nesta quinta-feira, 11, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que essa é a alternativa discutida atualmente entre o Executivo e o Congresso.

Teremos duas curvas, uma de vacinação em massa subindo, para imunizar a população, e garantir um retorno seguro ao trabalho, enquanto as camadas protetivas, que eram R$ 600, caíram para R$ 300, agora podem descer, digamos, para R$ 250, uma coisa assim, e depois aterrissa de novo no programa Bolsa Família”, disse o ministro.

A intenção do governo de voltar com os pagamentos do auxílio emergencial também foi confirmada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) a jornalistas.

“Está quase certo, ainda não sabemos o valor. Com toda certeza – pode não ser – a partir de março, (por) três, quatro meses”, disse Bolsonaro na saída de um evento do governo em Alcântara (MA).


Lavar as mãos
A lavagem deve ser feita frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos, respeitando os 5 momentos de higienização.


Não tocar o rosto
Evite encostar as mãos não lavadas na boca, nos olhos e nariz. Essas são as principais portas de entradas do coronavírus no organismo.


Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar
O ideal é usar cotovelo ou lenço. Se utilizar papel, jogue fora imediatamente.


Usar álcool em gel
Se não houver água e sabonete para lavar a mão, use o álcool gel 70%, que é eficiente para matar o vírus e outras possíves bactérias.


Evitar contato se estiver doente
Quem está com sintomas de doença respiratória deve evitar apertar as mãos, abraçar, beijar ou compartilhar objeto. Se puder, fique em casa.

Usar máscara se apresentar sintomas
Quem está com sintomas como tosse e espirro deve usar máscara mesmo sem o diagnóstico confirmado de covid-19.