Confederação quer saber se hospitais filantrópicos do Acre receberam o recurso emergencial

Confederação quer saber se hospitais filantrópicos do Acre receberam o recurso emergencial

Por Wanglézio Braga

Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas (CMB) vai analisar se os hospitais filantrópicos no Acre e mais 12 estados brasileiros receberam o prometido recurso emergencial estabelecido pela lei federal nº 13.995/20, sancionada em maio pelo Governo Federal. Em comunicado realizado pela entidade, Centenas de hospitais filantrópicos de todo o país, principalmente de regiões onde os casos de Covid-19 estão em crescimento, aguardam pelo recurso.

A CMB já fez um estudo aponta com hospitais da Bahia, Ceará, Piauí, Minas Gerais, Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina. Desses, 633 instituições que deveriam ser contempladas, 71% não receberam nenhum centavo do governo federal.

Por conta do número de unidades hospitalares, não foi possível no primeiro estudo verificar a situação de todos os hospitais. No entanto, segundo a Confederação, ainda nesta semana um segundo estudo vai verificar a situação das unidades filantrópica no Acre e em São Paulo, Rio Grande do Sul, Goiás, Paraíba, Sergipe, Alagoas, Rio Grande do Norte, Maranhão, Pará, Amapá, Amazonas, Rondônia e Tocantins.

Vale lembrar que o prazo previsto para o encaminhamento do dinheiro do Ministério da Saúde para os gestores estaduais e municipais era de até 15 dias após a publicação da lei. Estes, por sua vez, tinham cinco dias para efetivarem a transferência dos recursos aos hospitais. Das instituições que não receberam, 83% encontram-se sob gestão estadual e 17% municipal.

Segundo a CMB, “o hospital que recebe o aporte deve investir na compra de equipamentos, medicamentos, suprimentos, insumos e produtos hospitalares. De acordo com a lei, a quantia também pode ser utilizada em investimento em pequenas reformas e adaptações físicas para aumento da oferta de leitos de terapia intensiva, além da contratação de profissionais de saúde para atender a demanda adicional”.


Lavar as mãos
A lavagem deve ser feita frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos, respeitando os 5 momentos de higienização.


Não tocar o rosto
Evite encostar as mãos não lavadas na boca, nos olhos e nariz. Essas são as principais portas de entradas do coronavírus no organismo.


Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar
O ideal é usar cotovelo ou lenço. Se utilizar papel, jogue fora imediatamente.


Usar álcool em gel
Se não houver água e sabonete para lavar a mão, use o álcool gel 70%, que é eficiente para matar o vírus e outras possíves bactérias.


Evitar contato se estiver doente
Quem está com sintomas de doença respiratória deve evitar apertar as mãos, abraçar, beijar ou compartilhar objeto. Se puder, fique em casa.

Usar máscara se apresentar sintomas
Quem está com sintomas como tosse e espirro deve usar máscara mesmo sem o diagnóstico confirmado de covid-19.