Bené do Cavaco diz que seu maior sonho é voltar ao Programa do Ratinho

 

Antônio Muniz

Benedito Pinheiro Cunha, o Bené do Cavaco, um cearense de Jaguaribara, município da região metropolitana de Fortaleza, no vale Jaguaribe, há mais de 47 anos concilia sua atividade comercial com a música. “Amo meu Estado do origem e a cidade onde nasci, mas me sinto acreano”, afirmou Bené, em entrevista ao jornalista Antonio Muniz, nesta sexta-fera, 16, no programa RB Notícias, ao vivo, na TV Rio Branco-SBT.

Bené estava acompanhado do tecladista e vocalista Leandro, da Banda Katolé, que se apresenta há mais de 20 anos, em um clube do mesmo nome, em Senador Guiomard – a 25 km de Rio Branco. “Nossa parceria com o Leandro existe há muitos anos. Não somos apenas parceiros na música, mas amigos de verdade”, afirmou Bené, que também já se apresentou por várias vezes na referida cidade. O cantor e compositor lembra dia, mês e ano em que chegou ao Acre: “19 de novembro de 1974”, afirmou.  O Brasil vivia sob o Regime Militar, que muitos preferem chamar de Ditadura Militar e tinha como Presidente o general Ernesto Geisel. O Acre era govenado por Wanderley Dantas, o Dantinha e o prefeito de Rio Branco era José Durval Dantas, primo do governador.  Bené exerceu trabalhou em vários ramos da atividade comercial, mas sempre esteve concentrado na música. Há mais de 20 anos, passou a ser empresário da noite e comandou p “Forro do Bené” por vários anos na sede social do Atlético Acreano, tradicional time do Acre e o mais famoso do Segundo Distrito, onde Rio Branco começou. Recentemente, Bené mudou de local, mas o forró foi mantido, inclusive com o mesmo nome. “Continuamos no Calçadão da Gameleira, no Segundo Distrito”, afirma o cantor-empreendedor. Segundo ele, tão logo o Comitê Estadual de Acompanhamento da Coovid-19 autorize o funcionamento dos clubes e outras casas noturnas, o Forró do Bené voltará a funcionar normalmente.

Sonho de voltar ao Programa do Ratinho

No momento o maior sonho de Bené do Cavaco é voltar ao Programa do Ratinho, no SBT Nacional. Ele já esteve no programa há quase 20 anos, quando Ratinho estava há pouco tempo no Sistema Brasileiro do Televisão. Fã incondicional do apresentador Carlos Massa, Bené acompanha Ratinho desde sua estreia na TV, na extinta Rede OM, em 1992. À época, ainda muito famoso, Ratinho era repórter especial do Programa Cadeia, apresentado pelo jornalista Luiz Carlos Alborghetti.  A atração era diária e composta por apresentações musicais, reportagens, entrevistas e denúncias. O programa passava-se em um boteco montado dentro do estúdio da emissora, em Curitiba (PR), e saiu do ar no mesmo ano, após Ratinho voltar ao jornalismo policial.  Mais tarde, Ratinho substituiria Alborghetti no comando do Cadeia (já quando a Rede OM mudou para CNT), posteriormente renomeado para 190 Urgente. “Ele meu deu muita sorte. Sou muito grato ao Ratinho e sonho voltar ao seu programa em breve”, afirmou o cantor, que também já esteve no programa do Raul Gil e fez show em vários estados do Brasil.


Lavar as mãos
A lavagem deve ser feita frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos, respeitando os 5 momentos de higienização.


Não tocar o rosto
Evite encostar as mãos não lavadas na boca, nos olhos e nariz. Essas são as principais portas de entradas do coronavírus no organismo.


Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar
O ideal é usar cotovelo ou lenço. Se utilizar papel, jogue fora imediatamente.


Usar álcool em gel
Se não houver água e sabonete para lavar a mão, use o álcool gel 70%, que é eficiente para matar o vírus e outras possíves bactérias.


Evitar contato se estiver doente
Quem está com sintomas de doença respiratória deve evitar apertar as mãos, abraçar, beijar ou compartilhar objeto. Se puder, fique em casa.

Usar máscara se apresentar sintomas
Quem está com sintomas como tosse e espirro deve usar máscara mesmo sem o diagnóstico confirmado de covid-19.