Governo busca soluções para o fluxo migratório entre Brasil e Peru

Prevendo o aumento de migrantes no Brasil, na manhã da última quarta-feira, 6, o governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social, dos Direitos Humanos e Políticas para as Mulheres (SEASDHM), compareceu a uma reunião com membros da segurança peruana, em Iñapari. 

Membros do órgão de assessoria da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) acompanharam a equipe do governo para conhecer melhor os seus locais de estudo, estreitar as relações das instituições e compreender como funciona o fluxo de migrantes antes deles chegarem ao Acre. “Quando assumi minha função, senti a dificuldade das relações entre os países, e defini como essencial realizar essas conversas prévias e a troca de informações, facilitando as situações e possibilitando melhores cooperações”, relata Alan Oleskovicz, superintendente da Abin no Acre, que entende que as questões que envolvem o fluxo migratório não são fáceis e questiona as autoridades peruanas sobre diversas problemáticas, na busca de soluções que possam ser apresentadas aos governos.

O coronel da Polícia Nacional de Peru, Manuel Oswaldo Diaz Barco, chefe da divisão de tráfico ilícito de migrantes, acompanhado de policiais que trabalham combatendo o tráfico de pessoas, participou como parte integrante da conversa, dando a perspectiva da segurança peruana. “Asiáticos, haitianos e colombianos são alguns dos migrantes que passam pelo Peru. Em trânsito para outras localidades, se colocam na posição de possíveis vítimas do contexto da migração”, aponta o coronel Diaz, que se preocupa quanto à regularização dos documentos e intenções daqueles que ingressam ao país.

Maria da Luz, chefe do Departamento de Proteção e Defesa dos Direitos Humanos, na ocasião, explicou para as autoridades peruanas como o governo atua auxiliando migrantes e refugiados, com medidas de prevenção, capacitações e o recebimento de migrantes nos abrigos do estado, onde eles são acolhidos e recebem acompanhamentos. Um trabalho que provém apoio social e que necessita da parceria de diversas instituições, como a polícia e as prefeituras dos municípios.

[Agência de Notícias do Acre]


Lavar as mãos
A lavagem deve ser feita frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos, respeitando os 5 momentos de higienização.


Não tocar o rosto
Evite encostar as mãos não lavadas na boca, nos olhos e nariz. Essas são as principais portas de entradas do coronavírus no organismo.


Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar
O ideal é usar cotovelo ou lenço. Se utilizar papel, jogue fora imediatamente.


Usar álcool em gel
Se não houver água e sabonete para lavar a mão, use o álcool gel 70%, que é eficiente para matar o vírus e outras possíves bactérias.


Evitar contato se estiver doente
Quem está com sintomas de doença respiratória deve evitar apertar as mãos, abraçar, beijar ou compartilhar objeto. Se puder, fique em casa.

Usar máscara se apresentar sintomas
Quem está com sintomas como tosse e espirro deve usar máscara mesmo sem o diagnóstico confirmado de covid-19.