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Vi e comprovei

Vi e comprovei

O governo Tião Viana busca gerar empregos e rendas fora da esfera estatal. Sem dúvidas, seu melhor legado.

        

O Estado gastador vem ser aquele que, via de regra, é comandado por um governante populista, e este por sua vez, se imagina em condições de atender todas as demandas de sua respectiva sociedade.

Este modelo de governança, muito provavelmente, ainda que tardiamente, será extinção, mas não por opção dos seus mandarins, e sim, pela absoluta impossibilidade de ser mantido, afinal de contas, quando o Estado gasta mais do que arrecada e deixa de caber dentro do seu respectivo orçamento, e quando tal procedimento vira rotina, a dura e crua realidade acaba se impondo, até porque, em sendo surdo e mudo, o orçamento fiscal de um Estado não costuma atender os discursos populistas de seu governante.       

O Estado gastador, pela fé cega e as vãs esperanças que seus rotulados programas sociais despertam, como não poderia deixar de ser, logo é saudado com o mais amplo apoio popular, e seu governante, mais ainda, notadamente, por aqueles que se imaginam como seus futuros beneficiários.  

Portanto, nada mais desastroso para um Estado do que cair em mãos de um governante que gasta muito, e ainda por cima, gasta mal. Infelizmente, governantes dotados de tais características ainda existem, e no nosso continente latino-americano, volta e meia, eles retornam. A Argentina, por exemplo, desde que o seu povo se encantou por um ditador charmoso e populista, no caso, Joan Domingo Perón, decerto, o maior de todos os populistas que povoou o nosso judiado continente, que a rica Argentina, cuja capital, Buenos Aires chegou a ser considerada como a Paris dos trópicos. Na virada do século XIX para o XX, a Argentina chegou a ser considerada como um dos países mais ricos do mundo. Presentemente, na melhor das hipóteses, poderemos considerá-la como uma nação miseravelmente rica. Outro desastre governamental ainda maior que o da Argentina vem ser representado pela autodestruição da Venezuela, a despeito de suas bilionárias reservas de petróleo. Tudo isto, por conta do populismo implantado pelo não saudoso Hugo Chaves e as consequentes idiotices econômicas do seu sucessor, Nicolás Maduro.

O Estado gastador, mais cedo ou mais tarde, terá que desaparecer, e por certo, para ceder lugar ao Estado fiscalmente responsável, aquele que, a geração de empregos e rendas para sua população, cada vez mais, menos dependa do seu governante, e sim, da iniciativa privada, até porque, enquanto cabide de empregos, o Estado Brasileiro já foi longe demais.

         Neste particular, o governo Tião Viana vem dando os melhores exemplos, alguns deles já em fase de comprovado sucesso, entre eles, o estímulo que vem dando a diversas atividades geradoras de emprego e rendas.

         Particularmente, fui ver e comprovei: o sucesso na produção de peixes, porcos e aves, e logo mais, de leite, já é uma realidade no Vale do Acre. 

 

 

 

 

 

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