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Quem são “arautos da moralidade” que comandam a CPI da Pandemia no Senado

A vida pregressa dos senadores que comandam a Comissão Parlamentar de Inquérito que vai investigar supostas irregularidades nas ações de prevenção e combate ao novo coronavírus, a famosa CPI da Pandemia, deixa claro que estes não têm conhecimento técnico e tampouco autoridade moral para investigar ninguém.

Vamos começar pelo presidente da comissão, senador Omar Aziz (PSD-AM). Antes de ser eleito senador, ele foi governador do Amazonas por dois mandatos consecutivos. Eleito em 2006 e reeleito em 2010. Aziz, um dos indicados para integrar a CPI que vai investigar as responsabilidades de autoridades e mal uso de recursos públicos na pandemia, é investigado por desvios de recursos para a área da saúde quando ele foi governador do Amazonas.

Aziz foi alvo de uma operação do Ministério Público Federal chamada “Maus Caminhos”. Ela foi deflagrada em 2016 e houve uma série de desdobramentos. O objeto principal da investigação é o desvio de cerca de R$ 260 milhões de verbas públicas da saúde por meio de contratos milionários firmado com o governo do estado do Amazonas.

O senador é investigado porque, quando ele era governador, parte desses contratos foi firmada e um relatório parcial da Polícia Federal, o da Operação Vertex, um desdobramento da Maus Caminhos, cita seu nome 256 vezes em 257 páginas. Um dos trechos diz que “os indícios da atuação de Aziz para a criação e manutenção da organização criminosa formada em torno do Instituto Novos Caminhos são robustos e permeiam toda a investigação”.

Em outro, destaca-se o trecho em que uma colaboradora dos investigadores aponta que o senador recebia propina. Após o início das atividades da tal Organização Social, que na verdade era uma organização criminosa, o valor que deveria ser entregue a Aziz era de 500 mil reais. Esse valor era entregue toda vez que a OS ia recebendo do Estado do Amazonas e que os valores eram entregues de forma fracionada, diretamente para ele ou para assessores.

Os autos chegaram a ser encaminhados para o Supremo Tribunal Federal em razão do fato de Aziz ser senador, mas o novo entendimento da corte sobre foro privilegiado fez com que, em junho de 2018, retornassem ao Amazonas. A investigação contra o senador atualmente está na Justiça Federal do Amazonas. Ainda não há decisão da Justiça no processo.

O procurador da República, Jorge Maurício Porto, que cuida do caso, diz que os recursos investigados são federais. “Desde o início algumas defesas contestam a competência alegando que não haveria recursos federais envolvidos. Mas há recursos federais sim. A confusão é proporcional à dimensão do caso”.

Já relator da CPI, senador Renan Calheiros é um velho conhecido da Policia Federal, do Ministério Público e da Justiça, tanto na esfera estadual, quanto na federal. Não por acaso, responde a 13 ações judiciais e é alvo em doze inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF). Também sofre uma ação por improbidade administrativa na primeira instância.

Em 2007, quando era presidente do Senado, Renan foi obrigado a renunciar ao mandato par evitar ser cassado e preso. A Polícia Federal descobriu que a Construto Mendes Junior, evolvida até o pescoç nos esquemas de corrupção de Lula e Dilma, pagava as despesas de Renan com a amante Mônica Veloso. Em troca, o senador emedebista fez uma emenda na Lei de Diretrizes Orçamentárias para incluir recursos destinados uma obra da empreiteira, segundo apuração do caso no Conselho de Ética do Senado, em 2007, Renato Casagrande (PSB-ES) e Marisa Serrano (PSDB-MS).

Vou parar por aqui, pois se for detalhar todos os rolos em que a dupla Omar & Renan tem envolvimento, terei que escrever alguns livros. Quanto ao vice-presidente, senador Ranolfe Rodrigues, que tenta posar de bom mocinho,  respondeu representação no Conselho de Ética feita pelo ex-presidente da Assembleia Legislativa do Amapá, deputado Fran Soares do Nascimento Júnior, por ser o protagonista do Mensalão do Amapá, quando seu comparsa, o socialista João Capiberibe foi governador. Esqerdista assumido, o senador da Rede, refúgio dos petistas arrependidos, integrou o pelotão de elite no Senado que impediu o impeachment de Lula e tentou, até o último instante, evitar a queda de Dilma Rousseff, mesmo ciente de que havia diversas irregularidade ns dois (des) governos.

Resumindo: CPI não tem por objetivo buscar a verdade sobre os reais motivos das mais de 400 mil mortes e tampoucl o paradeiro de bilhões de reais liberados pelo Governo Federal destinados às ações de prevenção e combate ao novo coronavírus e que foram desviados por prefeitos e governadores, como ocorreu, por exemplo, no Amazonas, por onde Aziz é senador , em Alagoas, governado pelo filho de Renan; no Pará, governado pelo filho do senador Jáder barbalho, que também integra a CPI, no Rio de Janeiro, que resultou no afastamento do governador e em São Paulo, estado governado por João Dória (PSDB), mais enrolado do que fios de bonina. A CPI quer apenas usar os cadáveres como palanque eleitoral e antecipar o debate sobre a disputa de 2022.

Apeio integral

Se depender da classe dos produtores agrícolas do Acre, incluindo os fazendeiros, o secretário de Estado de Produção e Agronegócio (Sepa), pecuarista Neném Junqueira, terá apoio suficiente para fazer um bom trabalho e poder, enfim, aplicar o projeto de produção de grãos e fortalecimento da agricultura no Acre.

Garantia do presidente

A garanti é do presidente da Federação da Agricultura do Acre (Faeac), também pecuarista Assuero Veronez, após uma visita ao secretário, na sede do órgão. “Fui fazer uma visita de cortesia, de forma institucional, para dizer que, no que for preciso, estamos prontos a ajudar”, disse Veronez. “Mas reconhecemos que o que falta à Sepa para realizar um bom trabalho são recursos púbicos”, disse.

Falta de recursos

Segundo Veronez, o problema encontrado pelo secretário anterior, médico veterinário Edivan Maciel, foi exatamente o da falta de recursos para realizar o trabalho esperado pelos produtores. “Ele até fez um bom trabalho mas empacou naquilo que é comum em alguns setores do serviço público, a falta de recursos”, disse Veronez sobre Edivan Santiago.

Expectativa

“Espero que o Neném Junqueira, é um rapaz que conhece profundamente o setor, que é filho de um grande produtor rural e tem compromissos com o setor, consiga viabilizar os recursos necessários para implantar projetos que o Acre tanto precisa, que é a produção de grãos. Eu não tenho dúvidas de que a vocação do Acre é a produção agrícola”, acrescentou.

Parcerias

Além do apoio institucional da Faeac, Assuero se colocou à disposição da Sepa. “Reafirmo meu compromisso e do Governo do Acre para trabalhar por todos os produtores. Estamos de portas abertas para atender demandas que visem o crescimento econômico do nosso Estado”, disse. O secretário aposta nas parcerias que serão formadas entre Sepa e Faeac em prol dos produtores rurais.

Investimentos

Os recursos públicos para o setor, na visão do secretário e do dirigente dos produtores, é para a aquisição de máquinas e implementos agrícolas, destinados a ajudar também os pequenos produtores. “Aqueles que querem plantar entre três, dez, 20 ou 50 hectares, têm que ter apoio de máquinas para plantar e colher”, afirmou Veronez.

Sugestão

Assuero Veronez sugeriu a construção de um grande armazém e secador de grãos, para ser tocado por uma cooperativa, que fique instalado no entorno dos municípios de Senador Guiomard, Capixaba, Acrelândia e Plácido de Castro, a região de maior capacidade de produção de grãos do Estado. Segundo ele, isso pode ser o começo de um novo momento para a agricultura no Acre.

Integração

O dirigente e o secretário concordaram que o Acre, com a breve inauguração da ponte sobre o rio Madeira, no território do estado de Rondônia, terá, enfim, toda a logística necessária para exportar seus produtos. “É chegada a hora de produzirmos grãos para exportação e consumo interno”, disse Junqueira.

Driblando o crise

Fundado em 1982, o Restaurante e Pizzaria A Princezinha, agora passa ser também churrascaria. Neste sábado, dia primeiro de maio, a partir das 11h, a empresa que prepara a festa dos 40 anos de fundação, lança outro serviço aos seus clientes e amigos: rodízio de carnes ou rodízio de churrasco. Também no mesmo dia, às 17h, estará de volta o rodizio de pizzas, que foi lançado há quase dois anos e fez sucesso absoluto.

Entrevista

Em entrevista a este colunista, nesta quarta-feira, no programa RB Notícias, ao vivo, na TV Rio Branco-SBT, o empresário Roberto Princezinha falou sobre o desafio de manter o restaurante funcionando em tempos de pandemia do novo coronavírus, que agravou, ainda mais, a crise econômico e reveliu que apesar das dificuldades continua muito otimista.

Gratidão explícita

“Sou muito grato a Deus e aos nossos clientes e amigos que estão conosco há quase 40 anos”, afirmou o empresário. O rodízio de carnes será servido a partir das 11h deste sábado dia primeiro de maio. No mesmo dia, a partir das 17h, haverá a o retorno do rodízio de pizzas que fez sucesso em 2018 e 2019, mas teve que ser suspenso em 2020 em função da pandemia.

Ele vai voltar 

Roberto também falou em política e afirmou que poderá assumir o comando de um partido político nos próximos dias e participará das eleições de 2022. O empresário foi presidente fundados do Pros, mas diante das denúncias contra o ex-presidente e outros membros da direção nacional, decidiu se afastar.  “Mas estaremos de volta ao cenário político ainda esse ano”, afirmou o empresário.

Grande protetor

Delegado de Polícia Civil, Emylson Farias, ex-secretário de Segurança Público, faz muito tempo que não anda em delegacia. Ele foi diretor de Policia Civil e mais tarde secretário de segurança no governo Tião Viana. Quando o governador Gladson Cameli tomou posse, ele foi cedido com à Assembleia legislativa do Acre (Aleac). O protetor do delegado é o deputado Luís Tchê (PDT).

Quer voltar

Segundo informações, o delegado pediu ao Presidente da Aleac, deputado Nicolau Junior (PP) seu retorno à atividade policial. Claro que para o delegado permanecer na Aleac praticamente sem nenhuma atividade é muito cômodo e conveniente, mas a população precisa de mais agilidade da polícia. Por isso, exercendo suas atividades de origem, o delegado é muito mais útil à sociedade.

Blefe petista

Ex-governador Jorge Viana será candidato ao senado em 2022. Quando membro da direção afirmam que ele foi o nome escolhido, estão blefando. Na verdade, o PT quer forçar a barra para ter do senador Sérgio Petecão (PSDB) a garantia de que Viana será o seu candidato ao Senado. O t sonha em ter candidato próprio, mas pelo resultado da eleição municipal em Rio Branco, sabe que sozinho não vai chegar a lugar algum.

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