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Senador diz que governador descumpriu acordo e anuncia rompimento

Senador licenciado Márcio Bittar, presidente regional do União Brasil, emitiu nota, nesta quarta-feira, 27, anunciando, publicamente, seu rompimento com o governador do Acre, Gladson Cameli (PP), pré-candidato à reeleição.

Bittar lembrou que o governador convidou a professora Marcia Bittar, sua esposa, como vice na chapa majoritária. Disse ainda que Gladson descumpriu sua palavra, em uma clara referência à retirada de Márcia para colocar Alan Rick como parceiro de chapa, na disputa ao governo do Acre, nas Eleições 2022.

“Lamento, mas tenho que aceitar que, por último, o Governador do Estado descumpriu, também comigo, o que havia acordado”, afirmou Bittar, em nota.

Não estaria descartada a hipótese de Márcio Bittar disputar o governo do Acre ou se aliar ao MDB, no entanto, a informação não foi confirmada pelo parlamentar, que garantiu que irá se dedicar à campanha de Jair Bolsonaro no Acre. Leia a carta de Bolsonaro: No Senado desde fevereiro de 2019 tenho feito o que posso para honrar nosso Estado e aqueles que confiaram em mim. Ao lado do Presidente Bolsonaro, procurei atender todas as demandas que os prefeitos e o governador me levaram. Nunca o Acre recebeu tantos recursos.

Mesmo priorizando o trabalho em Brasília, procurei, no Estado, auxiliar o governador na política partidária. Reuni partidos e ajudei a construir chapas competitivas tanto para cargos federais, quanto para cargos estaduais. É com tristeza que vejo a grande aliança de 2018 se desfazer, não por minha culpa.

Tentei, no entanto não consegui evitar as divisões. Lutei até onde pude. Lamento, mas tenho que aceitar que, por último, o Governador do Estado descumpriu, também comigo, o que havia acordado. As últimas notícias deixam claro que ele rompeu nossa aliança.

Quando um não quer, dois não se juntam. Comunico então que, a partir de hoje, seguiremos, eu e o governador, por caminhos diferentes. Vou me concentrar, agora, mais do que nunca, na campanha de reeleição do presidente Bolsonaro no Acre. A primeira obrigação de um homem é alimentar e proteger a sua família".

Antecipação

Governo do Acre confirmou que vai antecipar o pagamento do mês de julho e da primeira parcela do 13º dos servidores públicos ativos e inativos do estado. Segundo a Secretaria de Planejamento e Gestão do Acre (Seplag), Ricardo Brandão o pagamento vai ser na próxima terça-feira (26), para os servidores inativos, e na quinta-feira (28) para os ativos.

Liberdade

A antecipação do salário neste mês já havia sido anunciada pelo governador Gladson Cameli ainda em maio deste ano, quando ele lançou a identidade visual do evento. “Só a sensação da liberdade de voltar a vida como era, para mim não existe sensação melhor do que essa. É retomar a economia do estado, dar uma oportunidade que aqui investem exporem os nossos produtos”, afirma o governador.

Oportunidades

O estado, segundo o governador, tem que criar oportunidade, temos que movimentar a economia, gerar emprego e é um momento ímpar porque é um ponto também de unir as nossas famílias acreanas, é o dia no qual vamos poder nos encontrarmos, revermos os amigos, trazer os nossos filhos, avós, pais

Senado

Vice-presidente da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), deputado Jenilson Leite (PSB), ao comentar a nota do PSB em que seu nome é anunciado como candidato ao Senado, afirmou que o caminho está aberto para que Jorge Viana (PT) possa voltar ao Governo do Acre.

Melhor opção

O problema é que Viana estaria a esperar o desenrolar de chapas adversárias para saber se oficializa as candidaturas a governador ou a senador. Até o último domingo, a tendência de Jorge Viana era sair para o Governo, por saber que para o Senado, teria que enfrentar a candidatura do deputado federal Alan Rick como candidato a senador do governador Gladson Cameli.

Tudo mudou

Ao ser informado de que Alan Rick vai compor a chapa do governador Gladson Cameli como candidato a vice-governador, Viana estaria de novo a se balançar para ir ao Senado por saber que, com a saída do deputado federal do cenário, aumentam suas chances.

Sem avanço

“A gente conversou muito no último domingo sobre o assunto, mas não avançamos. Como os prazos estão se exaurindo e a gente precisava tomar uma posição, tomamos a decisão de ir para o Senado e deixarmos o caminho para o governo livre para o Jorge ou outro que queira disputar o governo”, firmou Jenilson.

Sem projeto

Jorge Viana alega não ter projeto. Por isso, prefere não disputar o governo. Mas até domingo, ele estava se articulando como candidato ao governo. Jenilson afirmou que agora não há mais volta. Se Viana não aceitar disputar o governo, terá que encarar Jenilson na luta pela única vaga do Acre no Senado.  

Otimismo

Clima de otimismo toma conta do ex-senador Jorge Van e o ex-presidente Lula da Silva. Todas as vezes que se refere ao ex-presidente, Jorge Viana afirma presidente; Lula se refere a Viana como futuro senador. Para Viana, Lula ainda é presidente e para Lula, Viana voltará ao Senado em dois tempos. Mas os dois petistas estão certos. Em disputa eleitoral precisamos entrar de forma positiva e otimista.

Exoneração

Presidente regional do PL, Edson Siqueira, entregou nesta quarta-feira, pedido de exoneração da direção técnica da Fundação Elias Mansour (FEM). A partir de agora, o partido do Presidente Jair Bolsonaro deixa ao governo e não apoiará mais a reeleição do governador Gladson Cameli.

Sem respaldo

Sem apoio do partido e sem respaldo popular, a senadora Simone Tebet (MD)

 Foi oficializada nesta quarta-feira, pela direção nacional do MFB como candidato à Presidência da República. Por não ter como fazer mobilização popular, Simone optou por fazer convenção online.

Federação

O MDB teve que compor federação com o Cidadania e o PSDB, dois partidos fracassados e totalmente fora e sintonia com as ruas. As lideranças do MFB que anda têm respaldo popular estão com Lula da Silva no Norte e Nordeste e com o Presidente Jair Bolsonaro no Sul e no Sudeste.

Triste fim

De tanto atentar contra os interesses populares, seja com o João Dória em São Paulo ou com Eduardo leite, no Rio Grade do Sul, o PSDB fracassou de vez e terá triste fim agora abraçado com o MDB de Renan Caleiros.  Para sorte dos paulistas e gaúchos, Dória e Leite não são mais governadores.

Curto e grosso

“Se o Jorge e o Jenilson não sabem o que querem depois de mais de ano para decidir, eu sei do meu propósito: quero ser senador da República para tirar o Acre dessa vergonha de representatividade no Senado Federal. Não aceitei ser satélite do Jorge Viana, nem aceitei jogar seu jogo, por isso não fiquei refém de suas jogadas, de seu humor, de seu tempo e de suas indecisões”, do candidato ao senado pelo Psol, doutor Anderson Moura.

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