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Eles se uniram contra o governador, não contra a prefeita

Minoru Kinpara, que foi candidato à Prefeitura de Rio Branco pelo PSDB e Roberto Duarte, que concorreu ao mesmo cargo pelo MDB, anunciaram, na manhã terça terça-feira, 17, apoio à candidatura de Tião Bocalom, do PP que disputa o segundo turno com a prefeita Socorro Neri (PSB).

“Todos que apoiaram a minha candidatura para a prefeitura de Rio Branco queriam mudança, desejavam uma cidade com mais geração de emprego, com mais vagas nas creches e com saúde de qualidade. A mudança é cotidiana, com ideias e ações. E ela passa pelas nossas decisões. Nós, do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), decidimos apoiar no segundo turno, a candidatura do Tião Bocalom”, afirma Minoru, terceiro colocado na votação de domingo, 15.  O PSL também seguiu o mesmo caminho.

O tucano esqueceu tudo que falou sobre Bocalom, no primeiro turno, e afirma que acredita que a mudança é necessária. “A cidade de Rio Branco precisa experimentar uma outra atmosfera política. Esperamos que Tião Bocalom possa devolver à nossa cidade o lugar de respeito e cuidado que ela merece”. Resta saber como será o comportamento dos dois vereadores eleitos pelo PSDB - Ismael Machado e Raimundo Castro.

O deputado Roberto Duarte (MDB), que ficou em quarto lugar na disputa pela prefeitura de Rio Branco, usou as redes sociais nesta terça-feira, 17, para anunciar apoio ao candidato do Progressistas, Tião Bocalom, que disputa o segundo turno contra a atual prefeita Socorro Neri (PSB). O apoio de Duarte, segundo ele, e por uma questão ideológica. O MDB, segundo ele, é muito mais alinhado ao PP.

Em vídeo, Duarte afirmou que a decisão de apoiar Bocalom passou pelo crivo tanto da Executiva Municipal, quanto da Estadual. “Eu sempre disse que eu tenho lado e, eu sempre me posicionei naquilo que eu entendo melhor para Rio Branco. Por isso, peço para àqueles que me acompanharam no 1º turno que votem no candidato Tião Bocalom, do Progressistas. Não poderia apoiar a esquerda em hipótese alguma, eu nunca apoiei e nunca apoiarei. Muito obrigado a todos e fiquem com Deus. Até a vitória. Grande abraço”, afirmou.

Noivado

Conforme o próprio Minoru Kinpara afirmou, ainda no primeiro turno, o namoro entre PP e PT deverá avançar para noivado e consequentemente casamento. Os petistas também deverão anunciar aliança com Bocalom nas próximas horas.

Jamyl vai de 11

Ex-deputado Jamyl Asfury, que foi candidato pelo PSC declarou apoio a Tião Bocalom na noite de segunda-feira, 16, durante live. Segundo ele, o acordo foi feiro ainda no primeiro turno. Evidente que os seis candidatos não estão contra a prefeita Socorro Neri, mas sim contra o governador Gladson Cameli (PP).

Jarbas fica neutro

Empresário Jarbas Soster, do Avante, decidiu ficar neutro e não vai apoiar nenhum dos dois candidatos que disputam o segundo turno em Rio Branco. Ele alertou Bocalom para ter cuidado com a soberba. “Esse sentimento já fez muitos candidatos caírem do cavalo”, firmou.

Agradecimento

Vereador mais votado pelo PP, jovem empresário e administrador Samir Bestene foi entrevistado por este colunista no programa RB Noticias, nesta terça-feira, 17, ao vivo, na TV Rio Branco-SBT. Ele agradeceu aos familiares, amigos, apoiadores e, sortudo, aos eleitores que acreditaram em suas propostas e votaram com ele.

Mais emprego

Empresário há mais de 20 anos, Samir Bestene afirmou que um de suas prioridades será lutar para adotar meios capazes de gerar emprego e renda no campo e na cidade. “Fiquei muito preocupado com o sofrimento do nosso povo por absoluta falta de oportunidade de trabalho. Vou trabalhar com muita dedicação para honrar os votos que recebi e não decepcionar ninguém”, afirmou.   

Saúde em alta

Adailton Cruz, novo vereador de Rio Branco pelo PSB, foi entrevistado por este colunista no programa RB Notícias, nesta terça-feira, 17, ao vivo, na TV Rio Branco-SBT. Presidente do Sintesac, Adailton é um dos quatro representantes da Saúde na nova composição da câmara. Ele também demonstrou preocupação com o alto índice de desemprego na capital acreana. Ele agradeceu a todos que acreditaram em suas propostas e afirmou que vai honrar o voto de cada um.

Acreditando

Adailton Cruz afirmou que acedita na virada da prefeita Socorro Neri (PSB) na disputa do segundo turno contra o candidato do PP, Tião Bocalom. “Nós vamos explorar ao máximo os efeitos negativos dos novos aliados de Bocalom. Todos defendem as reformas nefastas e nocivas aos interesses coletivos”, afirmou o novo vereador.

Eleição na DPE

Defensoria Pública do Estado do Acre (DPE-AC), realizou na tarde desta terça-feira, 17, eleição interna para o cargo de defensor público-geral.  A defensora-pública, Simone Jaques de Azambuja Santiago, foi a candidata mais votada.

Candidatos

Além de Simone Santiago, os candidatados concorrentes ao cargo, foram os defensores públicos, Celso Araújo Rodrigues, Elísio Manoel Pinheiro Mansour Filho, Rodrigo Almeida Chaves, Ronney da Silva Fecury e a defensora pública, Thaís Araújo de Souza Oliveira.

Lista tríplice

Após a contagem dos votos, Simone Santiago, foi eleita para a primeira posição na lista tríplice por um total de 32 votos, Thaís Araújo, foi a segunda colocada com 28 votos, Celso Araújo somou 26 votos.

Outra eleição

Segundo turno é sim outra eleição. Não precisa ser cientista político e tampouco especialista no assunto para saber que há muita diferente entre uma disputa e outra. Tem candidato que muda as cores da campanha e os marqueteiros. Os erros cometidos no primeira não se repetirão no segundo.

Exemplo um

Vou citar dois exemplos caseiros para justificar o que estou a afirmar: em 1992, Jorge Viana (PT) foi eleito prefeito com apenas 33% dos votos. Se à época houvesse segundo turno, ele não teria vencido o segundo, pois o PP, que era PDS, teria apoio do MDB, que era PMDB e do DEM, que era PFL. A diferença em favor de Orleir foi de 34 mil votos.

Exemplo dois

Em 1994, na disputa pelo governo, Orleir Cameli (PP) obteve 49% no primeiro turno, por pouco não vence no praticamente o mesmo percentual de Tião Bocalom. Uma semana depois, Flaviano Melo (MDB) conseguiu equilibrar o jogo. Claro que na reta final, perdeu folego em função da falta de estatura financeira e Cameli venceu com 53,66% dos votos contra 45,34% de Flaviano. A diferença foi de 12 mil votos. Ou seja, Cameli perdeu 22 mil votos em 15 dias. 

Muito difícil

Claro e evidente que o quadro está muito difícil para a prefeita Socorro Neri (PSB) reverter o quadro. A maioria dos fatores beneficia o candidato do Tião Bocalom. Mas se os coordenadores e marqueteiros da campanha souberam explorar o lado negativo dos nosso aliados de Bocalom o quadro pode ajudar da noite para o dia.

Já era esperado

O apoio do PSDB e do MDB à candidatura de Tião Bocalom (PP) já era algo mais do que esperado. Na verdade, os dois partidos tomaram tal decisão muito mais para contrariar o governador do que oferecer apoio ao candidato do progressista. Tudo isso poderia te sido evitado pelo governador Gladson Cameli.

Outra vitória

Supremo Tribunal Federal (STF) negou nesta segunda-feira (16) provimento à reclamação da Associação Nacional do Ministério Público de Contas (Ampcon) contra o governador do Estado do Acre e o presidente da Aleac, solicitando a suspensão da posse do advogado e chefe da Casa Civil, Ribamar Trindade, para o cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE). A relatoria do recurso é da ministra Carmem Lúcia.

Contraespionagem

Governo estadual vai comprar equipamento de inteligência para mapear ambientes em busca de grampos telefônicos. O próprio governador Gladson Cameli (PP) é alvo de arapongagens. O chefe do Gabinete Militar, coronel Amarildo Martins Camargo, assina o processo de compra do aparelho, publicado na edição do Diário Oficial desta terça-feira (17), numa parceria com a empresa Berkana Tecnologia em Segurança. O custo será de TR$ 255 mil.

Por dois votos

Tom Cabeleireiro, de Sena Madureira, não conseguiu a reeleição para o ex-deputado Gilberto Diniz, do MDB. O vereador tirou 537 votos e o ex-deputado Gilberto Diniz conseguiu 539 votos, assim pegando a última vaga da chapa do MDB. O MDB fez cinco vereadores em Sena Madureira e conseguiu a reeleição do prefeito Mazinho Serafim.

Sem opção

Eleitores de São Paulo votaram de forma equivocada no primeiro turno e agora não têm opções no segundo: ou vota em quem manda ficar em casa ou em quem manda invadir a casa. Se não quiserem votar no garoto de recado de João Dória, terão que votar em marionete de Lula da Silva. Por isso, o índice de abstenção, que foi alto no primeiro turno, deverá ser altíssimo no segundo.

Mais castigo

Mas os paulistanos elegeram gente como Luiza Erundina, Marta Suplicy, Celso Pitta, Paulo Maluf ,José Serra e Fernando Haddad .Já devem ter se acostumado com sofrimento. Pelo visto, gostam de serem castiadoos. Claro que havia melhores opções, mas eles descartaram.. 

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