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Ex-jogador de futebol assume presidência municipal do DEM e anuncia metas para 2022

A posse da nova diretoria da Executiva Municipal do Partido Democratas, em Rio Branco, ocorreu no início da noite desta sexta-feira, 10 de setembro, no auditório da Secretaria de Fazenda (Sefaz). O novo presidente é o suplente de vereador, funcionário público estadual e ex-jogador de futebol profissional, Oton Sales, que terá como vice, o presidente do Instituto de Educação Profissional e Tecnológica (Iepetec), Francineudo Costa.

O evento aconteceu no auditório da Secretaria de Fazenda (Sefaz) e foi muito prestigiado por diversas lideranças, familiares, amigos e filiados, que marcaram presença, como por exemplo, o deputado federal Alan Rick, o deputado estadual Antônio Pedro e o presidente da Executiva Estadual, Jaíro Cassiano.

O deputado federal Alan Rick, usou as redes sociais para desejar sucesso ao novo presidente Oton e sua diretoria sucesso na condução do partido em Rio Branco. O parlamentar destacou o crescimento da sigla no Estado.

“O Democratas foi muito vitorioso nas eleições passadas em todo Brasil. Elegeu prefeitos em quatro grandes capitais do país: Rio de Janeiro, Curitiba, Salvador e Florianópolis. Tem dois governadores (MT e GO), 33 deputados federais e seis Senadores. No Acre elegeu o prefeito de Capixaba e subiu de 3 para 18 vereadores eleitos em 2020”, ressaltou.

Em entrevista aerograma Sintonia 1.400, na manhã de sábado, 11, ao vivo, na Rádio Difusora Acreana, o novo presidente democrata afirmou que a meta do partido é eleger dois ou três deputados estaduais e um federal, além de litar para viabilizar a candidatura do deputado federal Alan Rick ao Senado. Damião foi entrevistado por este colunista e o apresentador do programa, moralista Damião Viana.

Instalação

A mesa diretora da Câmara de Rio Banco deve instalar nesta terça-feira, 14, a Comissão Parlamentar de Inquérito que vai investigar denúncias de irregularidades nas empresas que operam o Sistema de Transporte Coletivo da capital acreana. "Estávamos esperando que os partidos indicassem seus representantes. Isso já aconteceu”, afirmou o presidente da Casa, vereador Nogueira Lima (PP).

Autoria

O pedido de abertura da CPI foi protocolado e apresentado pela vice-presidente da Câmara de Rio Banco, vereadora e médica Michele Mello (PDT). Na sessão do dia 24 de agosto, com apoio de doze dos 17 vereadores, a CPI foi aprovada. Além de Michelle, a comissão será composta pelos vereadores:  Adailton Cruz (PSB); Emerson Jarude (MDB), Fábio Araújo (PDT); Lene Petecão (PSD), Samir Bestene (PP).

Investigações

A CPI deve apurar várias questões que envolve o transporte público na capital acreana, entre os quais razões das elevadas tarifas e os custos dos transportes coletivos urbanos; condução do contrato de concessão com as atuais empresas prestadoras do serviço; legalidade e eficácia dos atos de definições tarifárias.

Subsídios

A comissão investigará ainda os subsídios públicos (tributos e tarifários) às empresas detentoras da respectiva concessão; diminuição da Frota de ônibus sem explicações concretas, causando prejuízos aos usuários; endividamento trabalhista junto aos colaboradores das empresas prestadoras. A tarifa atual é de R$ 4,00.

Crise no setor

A crise no transporte público em Rio Branco se arrasta desde 2020. Assim que assumiu, Bocalom afirmou que não iria repassar nenhum valor extra para as empresas de ônibus que atuam na capital e que elas deveriam arcar com os prejuízos que tiveram durante a pandemia.

Sem êxito

O posicionamento do prefeito se deu porque a gestão anterior, de Socorro Neri, chegou a cogitar o pagamento de um aporte financeiro de R$ 2,5 milhões para essas empresas. Após essa decisão de Bocalom, o Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo do Acre (Sindcol) chegou a entrar com uma ação para tentar receber o valor, mas não obteve êxito na Justiça.

Protestos

Motoristas e outros funcionários das empresas de ônibus fizeram protestos, em meio à crise, paralisaram atividades e a população precisou buscar outras alternativas para o transporte. No entanto, após várias manifestações, os trabalhos da categoria foram retomados.

Desativação

A Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (RBTrans) desativou, esse ano, temporariamente três dos cinco terminais de integração de Rio Branco: São Francisco, Adalberto Senna e Cidade do Povo.

Redução

A medida foi tomada justamente devido à redução no número de passageiros e para reduzir o tempo de espera dos usuários, que estava, em média, de duas horas e meia para sair dos bairros e chegar no Centro da capital. A justificativa é do superintendente do órgão, Anízio Alcântara.

Modernidade

Segundo ele, a ideia é criar terminais temporais, que é o que há de moderno. Esses terminais físicos, que se constrói, o Brasil parou de trabalhar com isso há 20 anos. “Vamos precisar de mais de 15, para se ter uma ideia e todos serão feitos eletronicamente”, explicou.

Visita

Deputado federal Léo de Brito (PT-AC) visitou, nesta segunda-feira, 13, o Ministério Público do Estado do Acre (MPE-AC). O parlamentar destinou R$ 600 mil em recursos para fortalecer ações desenvolvidas pelo MP. Ele foi recebido pela procuradora-geral, Kátia Rejane de Araújo Rodrigues; procuradora de Justiça e coordenadora do CAV e do Natera, Patrícia do Amorim Rêgo e pela superintendente da Mulher do MPAC, Bete Oliveira.

Femicidômetro

O Acre, segundo dados do MPAC, é líder no ranking nacional de feminicídios. Por isso, o órgão lançou uma ferramenta chamada Femicidômetro para divulgar dados desse tipo de crime e criou o Observatório de Violência de Gênero para acompanhamento de crimes contra às mulheres motivados pela questão de gênero.

Tentativa

Vereador José Manoel dos Santos (PSDB), 41 anos, popularmente conhecido por “Zé Prego”, o mais votado em Tarauacá, tentou suicídio na tarde deste domingo, 12. Com 864 votos, ele foi o mais votado na disputa eleitoral de 2020. Pedreiro e carpinteiro, o vereador usou uma corda para tentar pôr fim à própria vida. Por sorte, a mulher do parlamentar percebeu alguns movimentos estranhos, pediu socorro aos vizinhos e juntos, conseguiram evitar a tragédia.

Vozes do além

O Corpo de Bombeiros do Acre foi acionada para prestar os primeiros socorros. Em seguida, o vereador foi levado ao hospital. “Quando ele foi recuperando a consciência perguntamos o que tinha havido para ele tentar se matar. Ele disse que estava ouvindo vozes”, relatou um bombeiro que não quis se identificar.

Tribuna Popular

Atendendo a propositura da vereadora Michelle Melo (PDT), a Câmara de Rio Branco recebeu, no espaço Tribuna Popular, a Presidente da Associação dos Portadores da Síndrome Alcoólica - SAF,  Cleísa Brasil e o ex-vereador de Rio Branco Rodrigo Forneck, e autor da Lei 2.275, de 10 de janeiro de 2018 para reivindicar ajuda do Plenário visando a conscientização sobre o tema.

Prevenção

“Essa Lei que foi aqui votada por essa casa deveria estar friccionados em vários estabelecimentos sobre o assunto, sobre a prevenção e o que ele pode fazer e nós não vemos isso acontecer, a própria Secretaria de Saúde também deveria estar levantando essa bandeira, temos que cobrar que as leis que a gente promove aqui nessa casa, que elas de fato aconteçam’’, disse a vereadora.

Instalação

A mesa diretora da Câmara de Rio Banco deve instalar nesta terça-feira, 14, a Comissão Parlamentar de Inquérito que vai investigar denúncias de irregularidades nas empresas que operam o Sistema de Transporte Coletivo da capital acreana. "Estávamos esperando que os partidos indicassem seus representantes. Isso já aconteceu”, afirmou o presidente da Casa, vereador Nogueira Lima (PP).

Autoria

O pedido de abertura da CPI foi protocolado e apresentado pela vice-presidente da Câmara de Rio Banco, vereadora e médica Michele Mello (PDT). Na sessão do dia 24 de agosto, com apoio de doze dos 17 vereadores, a CPI foi aprovada. Além de Michelle, a comissão será composta pelos vereadores:  Adailton Cruz (PSB); Emerson Jarude (MDB), Fábio Araújo (PDT); Lene Petecão (PSD), Samir Bestene (PP).

Investigações

A CPI deve apurar várias questões que envolve o transporte público na capital acreana, entre os quais razões das elevadas tarifas e os custos dos transportes coletivos urbanos; condução do contrato de concessão com as atuais empresas prestadoras do serviço; legalidade e eficácia dos atos de definições tarifárias.

Subsídios

A comissão investigará ainda os subsídios públicos (tributos e tarifários) às empresas detentoras da respectiva concessão; diminuição da Frota de ônibus sem explicações concretas, causando prejuízos aos usuários; endividamento trabalhista junto aos colaboradores das empresas prestadoras. A tarifa atual é de R$ 4,00.

Crise no setor

A crise no transporte público em Rio Branco se arrasta desde 2020. Assim que assumiu, Bocalom afirmou que não iria repassar nenhum valor extra para as empresas de ônibus que atuam na capital e que elas deveriam arcar com os prejuízos que tiveram durante a pandemia.

Sem êxito

O posicionamento do prefeito se deu porque a gestão anterior, de Socorro Neri, chegou a cogitar o pagamento de um aporte financeiro de R$ 2,5 milhões para essas empresas. Após essa decisão de Bocalom, o Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo do Acre (Sindcol) chegou a entrar com uma ação para tentar receber o valor, mas não obteve êxito na Justiça.

Protestos

Motoristas e outros funcionários das empresas de ônibus fizeram protestos, em meio à crise, paralisaram atividades e a população precisou buscar outras alternativas para o transporte. No entanto, após várias manifestações, os trabalhos da categoria foram retomados.

Desativação

A Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (RBTrans) desativou, esse ano, temporariamente três dos cinco terminais de integração de Rio Branco: São Francisco, Adalberto Senna e Cidade do Povo.

Redução

A medida foi tomada justamente devido à redução no número de passageiros e para reduzir o tempo de espera dos usuários, que estava, em média, de duas horas e meia para sair dos bairros e chegar no Centro da capital. A justificativa é do superintendente do órgão, Anízio Alcântara.

Modernidade

Segundo ele, a ideia é criar terminais temporais, que é o que há de moderno. Esses terminais físicos, que se constrói, o Brasil parou de trabalhar com isso há 20 anos. “Vamos precisar de mais de 15, para se ter uma ideia e todos serão feitos eletronicamente”, explicou.

 

 

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