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Grupo Chinês não paga conta e governo cancela contrato venda da ZPE para evitar calote

Grupo chinês Haiying do Brasil não depositou a primeira parcela de R$ 1,2 milhão, de um acordo fechado em maio no valor global de R$ 25 milhões. A parcela deveria ter sido paga no dia 24 de maio, mas os interessados pediram um prazo a mais para efetivar a negociação, o que não foi concluída até então. Por isso, na manhã desta terça-feira, 08, o secretário de Indústria e Tecnologia do governo do Acre, Anderson Lima, anunciou na manhã desta terça-feira, 8, o cancelar a venda da Zona de Processamento de Exportação (ZPE).

“O contrato não foi assinado, porque havia uma cláusula que condiciona a assinatura mediante o pagamento da primeira parcela. Por isso, não haverá prejuízos nem para o Estado e nem para os chineses. Vamos abrir um novo edital para colocar em leilão”, disse o secretário. Segundo ele, o cancelamento do negócio foi uma determinação do governador Gladson Cameli (PP) para evitar possível calote do grupo chinês ao governo acreano.

O secretário reforça que nenhuma das ações da ZPE chegou a ser repassada para o grupo chinês. “Nos reunimos com eles ontem e infelizmente não podemos esperar. O nosso governo tem pressa e isso é assunto delicado que não pode ficar esticando”, acrescentou Anderson. Ainda segundo o secretário, o valor inicial, de R$ 25 milhões, deve ser mantido em uma nova negociação.

Instituída em 2010, pelo então governador Binho Marques (PT), a Administradora da Zona de Processamento de Exportação do Acre Sociedade Anônima (AZPE-AC S/A), era uma empresa de economia mista vinculada ao governo acreano, por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia que iria gerir e manter a ZPE do Acre.

O governador Gladson Cameli, em janeiro deste ano, esteve reunido em audiência no Ministério da Economia e obteve sinal verde para prosseguir com medidas para a venda da Zona de Processamento de Exportação (ZPE) do Acre. A audiência foi realizada com o secretário de Advocacia da Concorrência e Competitividade do referido ministério, Geanluca Lorenzon. Alguns dias depois, o negócio foi fechado com o grupo chinês, mas nçao deu certo por falta de pagamento.

Aulas presenciais

Vereador Emerson Jarude (MDB) cobrou nesta terça-feira, 8, na sessão da Câmara de Vereadores, que a prefeitura de Rio Branco elabore de um plano de retorno às aulas presenciais nas escolas da rede pública municipal.

Questionamento

O parlamentar afirmou que vem acompanhando a vacinação dos profissionais da educação na capital e alegou que tem sido questionado acerca das retomadas das aulas na rede municipal. Ele questionou se há um planejamento ou não da Secretaria Municipal de Educação (Seme) para a retomada das aulas presenciais.

Troca de comando

Vereador Adailton Cruz (PSB) usou o grande expediente, na sessão desta terça-feira, 08, para parabenizar a Secretária Municipal de Saúde pela troca de comando da unidade de saúde Barral y Barral, no Conjunto Tangará.

Opressão

“Registro os parabéns o Semsa pela retirada da direção do Barral y Barral, era uma gestão que estava oprimindo e prejudicando as pessoas que precisavam do serviço. Espero que essa gestão saibam a gerir somando esforços para atender a população."

Apoio à greve

“Quero comunicar que a greve dos servidores da Saúde começa dia 14. Pedimos apoio dessa casa, estamos lutando por condições de trabalho, reposição de perdas salariais de 55% a todos os servidores ativos e inativos. Esse governo está ai e não houve aumento, não houve melhora de trabalho e ainda privatizou 40% dos serviços, peço apoio dessa casa para essa classe”

Desmamados

Vereador Ismael Machado (PSDB), usou o grande expediente para cobrar posicionamento formal do parlamento mirim, em repúdio a declaração do prefeito Tião Bocalom (PP) aos vereadores de Rio Branco. Em entrevista ao site de notícias local, o prefeito teria feito uma declaração de forma desrespeitosa, chamando os vereadores que criticavam sua gestão de “desmamados”.

Mais respeito

“Na semana passada o prefeito destratou todos os vereadores e o poder legislativo, quero que conste na ata dessa casa e que essa casa se posicione formalmente repudiando a fala do prefeito, uma fala prepotente do prefeito que tenta colocar a população contra os vereadores. Meça suas palavras, respeite essa casa!” disse o vereador.

Nova postura

Ao manter veto do governador Gladson Cameli (PP) a um projeto de lei de autoria do líder do PC do B, deputado Edvaldo Magalhães, a base governista na Aleac deixou claro que adotou nova postura em relação aos oposicionistas. O projeto em questão punia o servidor público que colabora ao não cumprimento da ordem de vacinação dos grupos prioritários, definidos nos planos nacional e estadual de imunização contra Covid-19. O veto foi mantido por 11 votos favoráveis.

Pela derrubada

Os deputados Meire Serafim, Antônia Sales, Manoel Moraes, Daniel Zen, Jenilson Leite, Neném Almeida, Jonas Lima e Edvaldo Magalhães votaram pela derrubada do veto. Gladson Cameli vetou o PL com base no artigo 58 da Constituição Estadual. “As razões do veto apresentadas pelo governador são evidentes”, disse o Líder do Governo, Pedro Longo, lembrando que a matéria invade competência de outros poderes.

Provocação

Edvaldo Magalhães afirmou que a Aleac não pode se envergonhar do que aprova. O Projeto de Lei foi aprovado pela unanimidade da Aleac e, segundo ele, o veto é político. Na verdade, a base governista cometeu equívoco ao aprovar matéria inconstitucional. Aliás, a assessoria jurídica da Aleac também dormiu no ponto.

Ato público

Servidores da Educação protestaram em frente ao Palácio Rio Branco na manhã desta terça-feira, 8, cobrando que o Governo do Acre apresentasse as propostas à categoria. Em greve há quase um mês, a categoria pleiteia a reestruturação do Plano de Cargos e Carreiras (PCCR), o pagamento do Prêmio Anual de Valorização e Desenvolvimento Profissional (VDP) e a vacinação prioritária dos professores contra a Covid-19 e dentre outras pautas.

Greve continua

Os servidores continuam em greve apesar do governador Gladson Cameli e da atual Secretária de Educação, Cultura e Esportes, Socorro Neri terem anunciado que a maioria dos pleitos seriam atendidas. O sindicato alega que ainda não recebeu nada oficialmente, portanto, a greve continuará até a proposta do Governo ser votada pela categoria.

Condicionais

A greve só deverá ter fim após a proposta do Governo do Acre ser deliberada pela categoria, aprovada na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) e sancionada pelo governador Gladson Cameli. Essas são as condicionais defendidas pelos grevistas.

Reivindicações atendias

O governo anunciou semana passada, reformas das escolas, fornecimento de internet e notebook para professores, plataforma online para conectar professores e alunos e aquisição de máscaras, álcool em gel e termômetros.

Auxílio alimentação

Outros investimentos relatados durante a coletiva são o pagamento dos terceirizados, o retorno do adicional do ensino especial, a complementação das jornada dos servidores de apoio e o encaminhamento de um Projeto de Lei para a Aleac em janeiro do ano que vem para que os professores passem a receber auxílio alimentação custeado pelo Fundeb.

De bomba a traque

A turma da oposição apostou tudo na entrevista de Tite e dos jogadores da Seleção Brasileira ao fim do jogo contra o Paraguai pela eliminatórias da Copa do Mundo. Esperto, Tite nem falou nada, os jogadores publicaram um notinha: “Somos contra a Copa América. Nunca diremos não à seleção”. A bomba anunciada, virou um traque. Nada mais!

 

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