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Horizontes sombrios

O mundo, e em particular, o Brasil, passará por desafios nos próximos quatro anos.

O saldo profundamente negativo derivado da Covid-19, e logo a seguir, a guerra Rússia/Ucrânia, deixou o mundo na mais difícil e complexa situação, quem sabe até, pior que os anos que se seguiram ao final da 2ª guerra mundial. Como conseqüência, o nosso país terá que enfrentar uma nova ordem, se não por opção, mas sim, por imposição.

Nenhum país do mundo saiu ganhando com a Covid-19, e de igual modo, nenhum deles sairá ganhando com a guerra Rússia/Ucrânia. O perde/perde foi e continua generalizado.

No Brasil, caso comparemos com os EUA, os reflexos são mais trágicos ainda, isto porque, lá, o combate a inflação, via aumento das taxas de juros, veio encontrar a sua população vivendo praticamente no pleno emprego, enquanto isto, no nosso país, o desemprego encontra-se acima dos dois dígitos, ao redor dos 12%,  segundo o IBGE-Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e 19.000.000 de brasileiros estão vivendo miseravelmente, ou seja, passando fome.

Lamentavelmente, não mais existe os estadistas que souberam por fim a 2ª guerra mundial e estabeleceram uma nova ordem no ocidente. Os EUA eram governados por Franklin Roosevelt, hoje por Joe Bidin, o Reino Unido por Winston Churchill, hoje por Boris Johson, a França por Charles de Gaulle e hoje por Emmanuel Macron e o Brasil por Getúlio Vargas e hoje por Jair Bolsonaro. Em tempo: para derrotar o tirânico Adolfo Hitler, até Joseph Stalin, da Rússia, veio compor a referida aliança.  

Independente do que resultar a guerra Rússia/Ucrânia, o mundo terá que passar por profundas transformações, do contrário, toda a humanidade irá pagar altíssimos preços, inclusive os países desenvolvidos, e mais ainda, àqueles que se encontra em grau de desenvolvimento, entre os quais, nos encontramos.

Como nos encontramos às vésperas de uma eleição, cujo desfecho não nos parece promissor, daí advém as nossas preocupações, a se destacar, os questionamentos que continuam sendo feito contra o nosso sistema eleitoral, particularmente, contra as urnas eletrônicas.

Se vigente há mais de 25 anos e se em 26 eleições não foi identificada uma única prova sobre fraudes nas urnas eletrônicas. Daí nada justificar os questionamentos que são feitos contra o nosso sistema.

Houvesse condições para se fraudar as urnas eletrônicas, um único caso sequer, o mesmo estaria sendo utilizado pelo próprio presidente Jair Bolsonaro na sua luta em favor do voto impresso. As dúvidas que estão sendo levantadas contra a segurança das urnas eletrônicas não se sustentam. Fraudes existiam, e aos montes, quando o voto era impresso.

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