Colunistas

Agro-negócio

             Nos últimos anos o agro-negócio não nos foi apenas importante, foi fundamental para o nosso país.

.        Alcançamos a privilegiada condição de sermos, no contexto mundial, um dos mais avançados país na produção de produtos agrícolas, e em alguns deles, nos encontramos em primeiro lugar.  Logicamente, nesta árdua longeva caminhada, erramos e acertamos, mas a quantidade de acertos supera muitas vezes a de erros. 

.        Logicamente, entre os milhares de produtores que se dedicam a esta atividade, todos cumpridores da nossa legislação e das melhores recomendações, vamos encontrar uma parcela daqueles que, por ignorância, ganância e má-fé, ultrapassam os limites não recomendados, pior ainda, exatamente num período em que as questões ambientais se transformaram no objeto central em todas as reuniões multilaterais existentes, cá dentro e mundo afora.

.        É possível a convivência pacífica entre o agro-negócio e os ambientalistas, bastando para tanto que se elam se completem e não se confrontando. O nosso Acre é o exemplo do agro-negócio que vem dando certo, e numa visão bem mais ampla. Para tanto basta que observemos quanto a referida atividade tem contribuído para o desenvolvimento do nosso Estado e do nosso próprio país.

.        Medidas extremadas, do tipo desmatamento-zero, quem sabe seja, algo a ser alcançado no médio e longo prazo, posto que, muito há que ser feito para atender os mais de 30.000.000 de brasileiros  que vivem na referida região e em condição de miserabilidade.   

.        Volto a repetir: o agro responsável e com visão de futuro protegem os nossos biomas, a se destacar, a nossa floresta amazônica. Portanto, jamais poderemos compará-los com a parcela daqueles que sabidamente são criminosos ambientais.

.        O agronegócio, particularmente no Brasil precisa evoluir, e isto só acontecerá como a ajuda da ciência e a contrapartida dos países que se desenvolveram numa época em que o desmatamento precedia a geração de empregos e de riquezas. Se hoje não mais, que nos adeqüemos à nova realidade.

.        A condenação ao agro-negócio como um mal em si mesmo, conspira contra os superiores interesses do nosso país. Precisamos sim, chegarmos a um denominador comum.

.        O Acre não se encontra em chamas e os nossos pecuaristas têm feito o que podem para desenvolver suas atividades sem agredir o meio ambiente, pelo ao menos, na forma que tem acontecido em outras unidades de nossa federação. A convivência do agro e do meio ambiente no Brasil, e no nosso Acre, não é só preciso, como urgente.

Artigos Publicados

“Power of the peaple”

E agora José

Nem e nem

Responda-me

Sem contestação