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Medo

O pior dos medos é se acovardar aos seus próprios medos. . A vida é uma corrida de obstáculos, alguns deles, aparentemente intransponíveis. Assim sendo o que fazer? Enfrentá-los e tentar superá-los, ainda que na guerra contra o medo você tenha perdido algumas batalhas. O importante é não se dar por vencido, pois em assim procedendo, o medo acabará prevalecendo. 

“Nossas dúvidas são traidoras e nos faz perder o que, com freqüência poderíamos ganhar, por simples medo de arriscar”. Esta expressão é da extensa lavra de William Shakespeare. Vejamos outra de suas preciosidades: “O tempo é muito lento para os que esperam. Muito rápido para os que têm medo. Muito longo para os que lamentam. Muito curto para os que festejam. Mas para os que amam o tempo é eterno.

Tudo que pretendemos está do outro lado do medo, daí termos que enfrentá-lo, pois provado já está que os covardes morrem várias vezes antes de sua própria morte, mas o homem corajoso só experimenta a morte uma única vez e sempre nos legando os melhores exemplos.

O mais terrível período vivido pela nossa humanidade nos leva àquele em que existia a escravidão, e o nosso país, infelizmente, ficou marcado como sendo entre todos os países do ocidente o último a extingui-la, mas apenas em seus aspectos legais, jamais em sua plenitude, até porque, ser negro no Brasil é ser um cidadão de segunda categoria, e mais ainda, como a grande maioria dos negros é constituída de pobres a discriminação social vem se somar a descriminação social.  

A nossa democracia, e em sua esteira, a nossa República, não evoluiu na medida desejável porque faltou-nos a coragem de fazer as mudanças que se faziam necessárias e urgentes, e quem sabe até, porque interesses minoritários, porém poderosíssimos, continuaram e continuam prevalecendo. Para estes, espírito público é algo de somenos importância. 

A imensidão dos nossos recursos naturais, sem igual, quando comparados aos dos demais países, não combina com o nível de pobreza da quase metade da nossa população, muitos deles, completamente excluídos dos próprios avanços civilizatórios experimentados mundo afora. E o pior: estamos ameaçados de voltar ao mapa da fome, esta sim, a mais perversa entre todas as condições humanas. 

 E de onde virá às soluções Só e somente só, pela via da política, da velha e saudosa boa política e seus conseqüentes aperfeiçoamentos e não dos falaciosos que vivem pregando pelo nascedouro da tal nova política. Por último faço a seguinte comparação, quando bons, tanto os vinhos quanto à política, quanto mais velhos melhores, e se ruim, quando envelhecem transformam-se em vinagre

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O fato é

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Ainda bem