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Vacine-se

A covid-19 continua ameaçando a humanidade e  continuará até que surja uma vacine que a imunize.

Os principais e mais avançados centros científicos do mundo, particularmente, aqueles que cuidam das doenças infecto-contagiosas, encontram-se inteiramente voltados para descobrir a vacina contra a Covid-19. Isto bastaria para revelar a importância e a urgência para que seja sua descoberta, afinal de contas, 1.100.000 de humanos já foram a óbito, entre elas, 157.397 brasileiros, e a cada dia, novas mortes vêm acontecendo no nosso país e em patamares bastante elevados. Lamentavelmente, um grupo de negacionistas passou a menosprezar o combate a Covid-19 e até chegaram a propor a contaminação do rebanho, enquanto nenhum país do mundo, nem os EUA e a Inglaterra, disporiam das estruturas hospitalares para atender a quantidade dos contaminados. E o mais surpreendente: além de menosprezar a vacina, ainda recomendam a automedicação de determinados remédios, entre eles a cloroquina, embora este fármaco, não tenha sido reconhecido por nenhum dos centros científicos. Entre os negacionistas percebemos aqueles que são movidos pelos mais equivocados interesses, sobretudo, os de natureza política. Nada mais estúpido, até porque o coranavirus, politicamente, não é de direita, nem de centro e nem de esquerda, tampouco respeita fronteiras, raças ou religiões. Dele só podemos afirmar que mata mais pobres do que ricos.  

A história certamente registrará que o combate a Covid-19 no nosso país se processou de forma desastrosa, diria até, irresponsável, isto porque, até as medidas preventivas recomendadas, pela OMS-Organização Mundial de Saúde, a se destacar, o isolamento social e o uso das máscaras, chegaram a ser questionadas pelo próprio presidente Jair Bolsonaro. Ressalte-se que em plena pandemia, o nosso ministério da saúde teve três titulares, e o atual, Eduardo Pazuello, ao ter sido publicamente desautorizado, assim reagir: “aqui um manda e o outro obedece”. Alguma dúvida entre o mandante e o obediente?  Ao participar de uma reunião em que esteve presente 24 dos nossos 27 governadores e sob sua coordenação do Ministro Eduardo Pazuello, foi concordado que seria encomendada 46.000.000 da vacina coronavac, e mais ainda, que a sua produção ficaria a cargo do nosso conceituadíssimo Instituto Butantan. Entretanto, como a coronavac já havia sido apelidada de vacina chinesa e tinha na pessoa do governador João Dória, do Estado de São Paulo, seu principal defensor, eis que vem o presidente Jair Bolsonaro e não 0concorda com o que havia sido combinado. Eu particularmente estou de prontidão para me vacinar, desde que a mesma tenha sido testada quanto a sua segurança e eficácia.   

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