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Verdade seja dita

O combate a Covid-19 depende da ciência, mas também do comportamento de cada um de nós.

Os centros científicos do mundo, sobretudo, os mais avançados, por mais que já tenham feito, ainda não conseguiram disponibilizar, em quantidade, as vacinas comprovadamente certificadas, em sua eficácia e segurança, que se fazem necessárias para combater a Covid-19. Portanto, até que isto aconteça, teremos que conviver com o seu ameaçador e letal vírus. Isto dito resta tomarmos todos os cuidados que se fazem necessários para evitar a sua contaminação.       

Nenhuma vacina, no enfrentamento as tantas pandemias que a humanidade já teve que enfrentar veio ser descoberta em menos de quatro anos, porém, contra a Covid-19, os resultados já alcançados, em menos de um ano, estão a indicar que suas vacinas, com segurança e eficácia, não demorarão a ser ofertadas, pois outra não tem sido a prioridade, sobretudo da China e da Índia, responsáveis pela produção mundial de quase 90% dos insumos indispensáveis para a produção das vacinas para atender a população mundial.  

Sob a escassez do chamado IFA-Insumo Farmacêutico Ativo, lamentavelmente, os países do chamado primeiro mundo jamais poderiam ter permitido que isto viesse acontecer, sobretudo, os EUA, por sê-lo a maior potência mundial em ciência, economia, política e militarmente. Vê-se dependente da importação de tais insumos vem ser o seu maior vexame. Pior ainda: os EUA se tornou o país, em todo mundo que contabiliza o maior número de mortes e de contaminados pela covid-19.  

Quantos trilhões de dólares as grandes potências já torraram e continuam torrando em armamentos e para conquistar de outros planetas, e tudo isto em detrimento dos cuidados que deveriam ter sido dispensados à saúde da nossa população? Em tempo: a Covid-19 não foi a primeira e nem será a última pandemia que a humanidade enfrentará. 

Portanto, ao verem-se rendidas a um inimigo invisível e inatingível pelos mais sofisticados arsenais de guerra, para as superpotências só restará uma lição contra as futuras pandemias, seja virótica ou bacteriana, só e somente só, a ciência poderá nos salvar. 

 O próprio vírus que denominaram de novo coronavirus e que resultou na Covid-19, não tinha nada de novo, posto que, desde a década de 1930 que cientista francês, Marc Golzan, já o tinha identificado, assim como, as doenças por ele provocariam. 

No ano de 1965 o coronavirus foi perfeitamente identificado, mas como só causava leves e moderadas infecções, não suscitaram maiores interesses nas comunidades médicas e científicas. Entretanto, no ano de 2002, uma nova mutação revelou sua vocação infecciosa e letal. 

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