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Falta pouco

Do coranavirus a ciência já sabe muita coisa, mais ainda não sabe tudo

Mais de uma centena, entre os mais conceituados centros científicos do mundo estão buscando descobrir a vacina contra a Covid-19, ainda assim, diversos questionamentos continuam sem respostas, e até que todos eles sejam devidamente respondidos, com eficácia e segurança, resta nos preservarmos. Se o pior, aparentemente já passou, para que não sejamos vitimados por uma segunda onda da Covid-19, precisamos continuar nos prevenindo de sua contaminação.

A própria China, com mais de 1.400.000.000 de habitantes bem que se presta como exemplo, e a provar que sim, os resultados estão aí como testemunha, posto que, enquanto 4.634 chineses foram a óbito em decorrência do coronavirus, apenas nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro o número de óbitos atingiram 33.984 e 17.727, respectivamente. Em síntese: mais de 138.000 brasileiros já perderam suas vidas em decorrência da Covid-19.

Os dados acima refletem, senão o descaso, mas certamente, a não definição de uma estratégia, através da qual, as nossas autoridades, e em todos os níveis, se orientassem para dar enfrentamento a Covid-19. Detalhe: a população chinesa é sete vezes maior que a população brasileira. 

Para enfrentá-la, o maior dos erros, não apenas no nosso país, assim como, em diversos outros países, foi à nociva politização do coronavirus. A exemplificar, o presidente dos EUA, Donald Trump, logicamente, movidos por interesses políticos e não sanitários, desde o surgimento da Covid-19 que vem insultando a China e responsabilizando-a pela presente pandemia.

Aqui no Brasil, a politização da Covid-19 ficou evidente, quando do lançamento precoce da sucessão presidencial de 2022. Neste particular, ressalto e ao mesmo tempo contesto as pré-candidaturas: a do próprio presidente Jair Bolsonaro, a do atual governador de São Paulo, João Dória, a de persistente Ciro Gomes e, certamente, a do ex-presidente Lula ou de alguém que por ele será indicado. 

Se até os árabes e judeus foram capazes de estabelecerem um armistício para conter a propagação da Covid-19, por que não fizemos o mesmo? Respondo: porque a politização tomou de conta do efetivo enfrentamento que haveríamos de ter feito contra a Covid-19.

Como inimigo comum a toda a humanidade, ainda que tardiamente, precisamos nos unir contra a Covid-19, posto que, enquanto não for descoberta uma vacina que nos imunize, continuaremos vulneráveis, e quem sabe até, como aconteceu na Inglaterra, sujeitos a nos submetermos a uma segunda onda de contaminação do coronavirus.

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