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Calma gente!

                       Ainda não é tempo para se tratar das eleições de 2.024, menos ainda das eleições de 2016.

      Segundo o nosso calendário eleitoral todas as nossas eleições acontecem nos anos pares. Ainda assim, logo a seguir os resultados de quaisquer eleições, os candidatos das próximas eleições já entram em campanha, embora nos não aconteçam eleições nos anos ímpares.

     Aqui no Acre e em todas as unidades da nossa federação, os candidatos a prefeitos e vereadores das eleições de 2004 já estão em plena campanha eleitoral e os potenciais candidatos das eleições gerais de 2016: “presidente da República, governadores, senadores, deputados federais e estaduais” buscarão se estruturar para as futuras disputas seja na busca das suas reeleições ou cogitando outros mandatos.  

      2.013, ano em curso, não haverá eleições, afinal de contas nos anos impares elas não acontece, ainda assim e tomando-se como exemplo a disputa pela prefeitura de nossa capital, no mínimo, uma dúzia de pré-candidatos já estão em campanha, entre eles o atual prefeito, Tião Bocalon, cuja candidatura jamais será descartada.

     Se as antecipações das candidaturas das eleições de 2014, de certo modo, não seria o desejável, pior são as cogitações já em curso, com vistas às eleições presidenciais de 2016, quando o eleito à presidência da Republica nas eleições próximas passadas, o presidente Lula, ainda não completou o primeiro mês de sua gestão.

       Ainda falando-se de eleições, estas sem a participação dos nossos eleitores, sim e tão somente, dos nossos representantes já eleitos para ocupar as presidências das nossas casas parlamentares: Senado, Câmara dos Deputados Federais e das nossas Assembléias legislativas darão uma requentada no nosso ambiente político, afinal de contas, é do interesse dos detentores de mandatos executivos a manutenção de um bom relacionamento com o presidente do seu correspondente parlamento.

    Aqui no Acre,  com certeza, o governador Gladson Cameli elegerá o presidente da ALEAC que melhor lhes convier e a nível nacional, as presidências  do Senado e da Câmara dos Deputados Federais, as reeleições de senador Rodrigo Pacheco e a do Deputado Federal Arthur Lira, ainda que favoritos, poderá lhes trazer desagradáveis surpresas.

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