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Vacinas/já

Esqueçamos as disputas pretéritas, algumas delas  desnecessárias, e nos unamos na busca das  vacinas.

Se árabes e judeus se uniram para combater o coronavirus, por que nós, brasileiros, não fizemos o mesmo se o referido vírus não nos distingue? Este foi o nosso primeiro e grande erro, e pelo qual, estamos pagando um preço altíssimo. Ainda assim, embora muito tardiamente, precisamos nos unir. Do contrário, como dizia o conselheiro Acácio, as conseqüências virão depois. Jamais poderemos nos transformar num país pestilento, como assim já estamos sendo considerados por diversos países do mundo. 
Conter o espraiamento da Covid-19 é a nossa prioridade e enquanto não conseguirmos detê-la, a única. Sem desmerecer o quanto é importante as responsabilidades fiscais dVacinas/jáos nossos governantes, e em particular, do presidente Jair Bolsonaro, os gastos que serão feitos para deter a Covid-19 precisam ser considerados como investimentos. 
Equivocadamente, as nossas principais autoridades políticas, a se destacar, o presidente Jair Bolsonaro e o governador de São Paulo, João Doria, politizaram a Covid-19. Um não concordava com o outro, nem mesmo com as recomendações emanadas, unanimemente, pelos mais conceituados centros científicos do mundo, inclusive os nossos, até porque, os temos, a se destacar, o Instituto Butantan e o Fiocruz, entre outros.  
Tudo nos faz crer que por suas cabeças só passava uma coisa, qual seja, a sucessão presidencial de 2022. Como assim procederam nos tornamos no vice-campeão mundial de mortes por Covid-19. Apenas os EUA encontram-se a nossa frente neste triste e lamentável campeonato. 
Só, e somente só, a imunização em massa da nossa população poderá nos livrar do agravamento da tragédia que ora vivenciamos, e neste particular, verdade seja dita: cometemos os mais grotescos erros, e a provar que sim, enquanto vários países, sobretudo os do chamado primeiro mundo já garantiram, e alguns deles já tem estocadas as vacinas para imunizar todas as suas populações, nós, brasileiros, sequer chegamos a vacinar 3% da nossa população. 
Que esquecemos 2022 e recomecemos a fim de obtermos o fim que desejamos, posto que, se repetirmos os mesmos erros, as crises que ora enfrentamos resultará na pior delas, e esta atende pelo nome de “caos social”, afinal de contas, como bem disse o imortal Betinho: quem tem fome tem pressa. 
Aqui no Acre, o governador Gladson Cameli tem feito tudo o que pode, mas jamais conseguirá fazer tudo que precisa ser feito, e menos fará se não vier contar com a imprescindível colaboração da nossa sociedade. Portanto, enquanto as vacinas não vêem só resta nos prevenirmos, ou seja, seguir as recomendações ditadas pela ciência. Volto a repetir: vacinas/já.

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