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Sérgio Malandro

O ex-afamado juiz Sérgio Moro, malandramente roubou a rótulo que antes era do Sérgio Malandro.

Após ter sido julgado pela nossa Suprema Corte de Justiça como tendo sido um juiz parcial e incompetente, quando esteve no comando da Operação Lava-Jato, motivo que o alçou ao auge da sua fama, e mais ainda, dispondo de no mínimo de meia hora diária de exposição nos nossos principais meios de comunicação, e nos seus horários mais nobres, Sérgio Moro vê-se na condição de um trapaceiro. Se tivesse um miligrama de vergonha na cara o respeito do nosso poder judiciário, o dito cujo se mudaria do nosso país e jamais poria seus pés no nosso solo pátrio, sobretudo, após o Comitê de Direitos Humanos da ONU tê-lo igualmente julgado.

Se trapaceiro enquanto juiz, embora simulasse que agia de boa fé, não em causa própria e nem movido de interesses políticos, como um crime nunca é perfeito, eis que em tão boa e oportuna hora surgiu na cidade de Araraquara alguém que de fato, merece ser tratado como um herói, no caso, o hacker Walter Delgatti.

Sabe-se lá como, por que e com qual propósito, Walter Delgatti hackeou a dupla Sérgio Moro/Deltan, inclusive os seus comparsas e certamente chegou a seguinte conclusão: o crime que estava cometendo era incomparável menor e menos graves que àqueles praticados pela organização criminosa que estava instalada na 13ª vara da Justiça Federal de Curitiba.

O acervo que o referido hacker construiu ganhou o nome de Operação Vaza-Jato, porém o bastante para que o STF-Supremo Tribunal Federal decidisse anular todas as ações que o então juiz Sérgio Moro havia movido contra o ex-presidente Lula. Decerto o mesmo teria feito o TRF-4, no Rio Grande do Sul, e o STJ, caso seus integrantes houvessem tomado conhecimento do acervo que se encontrava em poder de hacker Walter /Delgatti. Esta história que o ex-presidente passou por três condenações é fato, porém todas eivadas de vícios e adrede arquitetadas.  

Para amenizar os vexames que estariam passando, tanto Sérgio Moro quanto Deltan Delagnol pediram demissão de suas funções, ainda assim, pretendem manter suas primárias intenções, a de adentrarem na atividade política. Ambos se dizem candidatos.

Em princípio, Sérgio Moro pretendia ser candidato à presidente da República, pelo Podemos, mas de lá saiu pelas portas dos fundos e ultimamente tenta se candidatar a deputado federal pelo Estado de São Paulo, mas para tanto terá que falsear o seu domicílio eleitoral, um crime previsto na nossa legislação.

 

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