Colunistas

Não basta a ciência

As sociedades, a nossa e as dos demais países são fundamentalmente importantes na luta contra a Covid.

         A vacina contra a Covid-19 foi descoberta em menos de ano, posto que, dela se tivemos noticias nos derradeiros dias do ano 2019 e no decorrer do ano 2020, meia dúzia de vacinas já foi fabricada e devidamente testada quanto suas eficácias e seguranças, e outras tantas estão em vias de serem descobertas.

         Como a imunização da Covid-19 demandará bastante tempo, até que a sua esperada imunização aconteça, a fim de evitar a sua proliferação, resta-nos tomarmos as previdências recomendadas pela ciência, entre elas, o isolamento social, o uso das máscaras e a higienização das nossas mãos desde que tenham tido contacto com objetos que possam abrigar o seu correspondente vírus.

         Lamentavelmente, enquanto a ciência tem feito a sua parte, e no mais curto espaço de tempo, o mesmo não tem acontecido com as nossas populações. Muito pelo contrário. Para tanto basta constatarmos as aglomerações humanas que acontecem todos os dias, não apenas no Brasil como no restante do mundo, e o pior ainda: sem utilizarem as indispensáveis máscaras que previnem a circulação do seu vírus. A propósito, no meio deles existe àqueles que negam a sua gravidade. Reporto-me aos chamados negacionistas e as suas conseqüentes estupidez.

         Três fatos e que determinaram o relaxamento do isolamento levaram a óbitos milhares de pessoas que participar de grandes conglomerados humanos. Primeiro: as comemorações do dia de Ação de Graças, nos EUA.  Segundo a multidão de argentinos que compareceu aos funerais do seu ídolo Maradona, para muitos deles, considerado como um Deus. Aqui no Brasil, as comemorações das festas de final de ano resultaram na morte de mais de 1.000 óbitos diariamente. Outros exemplos poderiam ser citados.

         Pelo que acima foi exposto, enquanto não estivermos coletivamente imunizados contra a Covid-19, precisamos ficar atentos as recomendações que nos previne de sermos contaminados, e pela mais elementar das razões: nenhum país do mundo dispõe de um sistema de saúde pública capaz de atender a um número ilimitado de afetados pela Covid-19 e poderá assistir seus sistemas colapsar.

         O que aconteceu no vizinho Estado do Amazonas, na sua capital, Manaus, só veio provar que se não nos prevenirmos, até que sejamos vacinados, continuaremos à mercê de um genocídio humano. Nada mais apavorante do que termos tomado conhecimento das dezenas de amazonenses que morrerem por falta de oxigênio.

Artigos Publicados

Chega de pessimismo

Direito/dever

Tudo pela reeleição

Eleições 2022

Urnas eletrônicas