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Que o ano de 2021 traga para nós brasileiros, o despertar de novos e bons tempos.
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Há quase uma década entramos numa crise de natureza política, e da lá para cá, dado o seu aprofundamento, tudo que poderia acontecer em desfavor do nosso país acabou aconteceu, inclusive, o crescimento de nossa crise econômica e, por extensão, nossa esperada crise social.  Lamentavelmente, a partir do primeiro dia deste ano, o mundo inteiro foi surpreendido com o surgimento da Covid-19, e como não poderia deixar de ser, tornamo-nos uma de suas vítimas. A partir de então, passamos a viver o pior ano em toda a nossa história político-administrativa, afinal de contas, frente a uma pandemia, qualquer que fosse às prioridades do governo Jair Bolsonaro, c uidar da vida dos brasileiros, haveria de vir em primeiro lugar.

Mas isto não aconteceu. E por quê? Porque o presidente Jair Bolsonaro não encarou a Covid-19 como deveria, ou seja, não cuidou, a tempo, para enfrentar os males que a referida doença iria provocar. E a provar que não, chegou a tratar a Covid-19, a exemplo do que já havia feito o presidente dos EUA, Donald Trump, como se fosse uma gripezinha, à despeito das milhares de mortes que a Covid-19 já havia provocado, sobretudo, no continente europeu.

Já a caminho dos EUA, e de lá para os demais países do continente latino-americano a Covid-19 chegou ao Brasil sem que as nossas autoridades houvesse traçado a estratégia que deveria ser adotada para enfrentá-la. Muito pelo contrário. Até as experiências exitosas postas em práticas nos países que já estavam enfrentando a Covid-19 não foram recepcionadas pelo presidente Jair Bolsonaro, diria até, foram prontamente recusadas, até mesmo àquelas recomendadas pela OMS-Organização Mundial de Saúde, pela OPAS-Organização Pan-Americana de Saúde e pela soberba maioria dos mais renomados infectologistas do mundo, inclusive, os nossos.

 O descaso das nossas autoridades, em particular, do presidente Jair Bolsonaro em relação a Covid-19 foi de tal ordem que ele chegou até a demitir dois ministros da Saúde, em plena pandemia. Como assim? Pelo fato de ambos não terem abandonado as recomendações da ciência e seguido as suas determinações, entre elas, a oposição que fizera contra o isolamento social, como a mais importante providência a ter sido posta em prática e por não terem recomendado a cloroquina como remédio contra a Covid-19.  

 

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