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Inimigo comum

O presidente Jair Bolsonaro  e o governador de São Paulo, João Dória, precisam se unir contra a Covid-19. 

A mim, pouco importa quem provoca quem, se o presidente Jair Bolsonaro ou o governador João Dória, posto que, na luta contra a Covid-19, preferíamos vê-los na mais perfeita harmonia e com os mesmos propósitos. Se ambos irão concorrer à presidência da República nas eleições de 2022, nada a ver, desde que os interesses públicos, no caso, “salvar vidas humanas” fosse uma prioridade. Oportunamente lembro o armistício estabelecido entre árabes e judeus, isto porque, até que as vacinas que nos imunizem da Covid-19, a Covid-19 será o inimigo a ser vencido.      

No linguajar popular, estamos a tratar de uma briga de cachorros grandes, seja pelos postos que ocupam ou pela influência política que exercem. Venham de onde vierem, não apenas uma, mas a descoberta de  várias vacinas contra a Covid-19 é o que verdadeiramente nos interessa, até porque, não podemos continuar, a cada dia, tomando conhecimento do número de brasileiros que estão perdendo suas vidas por causa da pandemia.   

Ideologizar a luta contra a Covid-19 tem sido a mais irresponsável e criminosa decisão dos tantos quantos assim procederem, posto que, suas vítimas independem de ideologias, partidos políticos, status sociais, crenças ou raças. Pior ainda: entre os mais pobres, os óbitos predominem. 

A propósito, nos últimos dias, em 18 das nossas 27 unidades federadas o número de contaminados e de mortes pela Covid-19 voltou a crescer e já atingiu o trágico patamar de 800 óbitos diários, e se diversas vacinas, dos mais conceituados centros científicos do mundo já se encontrarem às vésperas de serem disponibilizadas, e testadas nos quesitos eficácia e segurança, vacinar a nossa população é uma questão de vida ou morte.     

Por não ter poupado nenhum dos países do mundo, há que registrarmos e reconhecermos a pronta ação dos mais avançados centros científicos do mundo, todos buscando as vacinas contra a Covid-19, e as primeiras já foram descobertas. Nas demais epidemias e pandemias, em nunca menos de quatro anos as vacinas que as combateram foram descobertas.  

Voltando a Covid-19: a exceção da ínfima minoria de negacionistas, resta-nos tão somente nos prevenirmos de ser contaminados, afinal de contas, estamos às vésperas de vê-la erradicada, e em escala mundial. Portanto, previna-se da Covid-19 antes de vê-se à beira da morte e a espera de uma vaga num leito de uma UTI. 

Para que isto não aconteça, as medidas preventivas contra a Covid-19 precisam ser obedecidas, entre elas, o distanciamento social, o uso das máscaras e a higienização das mãos. Do Contrário, àqueles que precisarem de um leito hospitalar, sobretudo de uma UTI, passarão a atendidos pelos gentes funerários.                             

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