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O lavattismo precisa ser lavado

 Para além dos segredos já revelados, o Brasil precisa conhecer os demais ainda não revelados e da lavra da Operação Lava-Jato.

Que a Operação Lava-Jato tinha pretensões políticas, as evidências começaram a surgir já em suas primeiras ações. Se suas preferências, de antemão, apontavam na direção do PSDB, ou mais precisamente, para a candidatura do senador Aécio Neves à presidência da República, eis que vêm as eleições de 2014 e a reeleição da então presidente Dilma Rousseff, diga-se de passagem, tudo o que os precursores do lavajatismo jamais desejavam.    

Não satisfeito com a derrota do seu presumível candidato, o então juiz Sérgio Moro, já a frente da nascente e espalhafatosa Operação Lava-Jato, caprichosamente, a pôs no encalço do governo Dilma Roussseff. Para sua satisfação deu de cara com a Petrobrás, certamente por sê-la, não apenas a maior empresa pública do nosso país, sim e também, por sê-la detentora dos bilionários contratos junto às mega-empresas do nosso país, em particular, com as grandes empreiteiras financiadores das campanhas eleitorais, as legais ou obtidas via caixa 2 e a praticamente todos os candidatos e de todos os partidos. Dizem que o candidato Aécio Neves foi bem mais aquinhoado que a própria cândida Dilma Rousseff. Quem sabe tenha  c hegado a hora de sabermos quais das candidaturas que recebeu o melhor quinhão.

Em sendo-as, em todas as eleições havidas nos últimos 60 anos, os principais financiadores das campanhas eleitorais, diria mais, devidamente autorizadas pela nossa própria legislação eleitoral desde que atendendo determinados limites e procedimentos, ainda assim, os integrantes da Operação Lava-Jato, sobretudo, a dupla “Sérgio Moro e Delton Dellagnol”  escolheram a Petrobrás, justamente por sê-la a maior contratante do país, e em assim sendo, muito provavelmente, alguns escândalos ocorreram e continuam ocorrendo, como bem sugeriu o PGR-Augusto Aras. São os tais segredos que continuam muito bem guardados, em algumas caixinhas de segredo que a própria Operação Lava-Jato não quer que sejam revelados.

Desvendar os tais segredos faz-se absolutamente necessários e indispensáveis, do contrário, o legado da Operação Lava-Jato, após as tantas revelações que já vieram a público poderá restar como tendo participado de uma disputa entre duas quadrilhas, uma formada para assaltar os nossos cofres públicos, em particular, os da Petrobrás e outra composta por alguns integrantes do Ministério Publico federal, esta por sua vez, inteiramente voltado para interferir nas nossas disputas eleitorais, e como não poderia deixar de ser, para além de ter dado uma contribuição ao impeachment da presidente Dilma Rousseff, seu alvo principal e a ser sacrificado seria o ex-presidente Lula, até torná-lo inelegível, até porque, se ele houvesse sido candidato nas eleições de  2018, por certo, o hoje ex-presidente Lula e não Jair Bolsonaro estaria na presidência da nossa República.

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