Colunistas

Péssimos exemplos

 As determinações políticas, judiciais e científicas contra a Covid-19 devem ser obedecidas pela nossa sociedade.  

Nos feriadões comemorativos ao Natal e ao Ano Novo, como se a Covid-19 já houve sido erradicada, indisciplinada e irresponsavelmente, milhares de aglomerados humanos acorreram em quase todos os cantos e recantos do nosso país, e em tais conglomerados, as recomendações preventivas determinadas por quem de direito, não foram observadas. No que isto representará? Lamentavelmente, num crescente número de contaminados e de mortes pela Covid-19. 

Exemplo disto aconteceu nos EUA nos dias que se seguiram ao Dia de Ação de Graças, um dos seus feriados anualmente mais comemorado, e em toda 4ª quinta-feira do mês de novembro, todavia, em razão da Covid-19, as comemorações havidas em 2020 jamais poderiam ter acontecido. A propósito, a curva de contaminados nos EUA voltou a crescer e atingiu picos ainda maiores que os ocorridos quando na chamada primeira onda. 

No Brasil, o enfrentamento a Covid-19 foi demasiado precário, diria até, errático, a começar pela politização do seu próprio virus, o que de pior poderia ter acontecido, até porque, em se tratando de uma pandemia, sem desmerecer as nossas autoridades políticas, seriam das nossas autoridades científicas que deveriam partir as orientações para o seu efetivo combate.

Se hoje somos o vice-campeão mundial de morte por Covid-19, isto se deveu a ausência de uma coordenação responsável e apartidária, portanto desprovida de quaisquer outros interesses. Neste particular, sem sugerir quem foi o provocador ou o provocado, o presidente Jair Bolsonaro e o governador de São Paulo, João Dória, não se comportaram à altura dos poderes que ora detém.

Em relação aos negacionistas, e como infelizmente eles existem, jamais deveremos lhes dá ouvidos, isto porque, em assim procedendo, estaremos contribuindo, enquanto não formos vacinados, de nos tornarmos vítimas. À exemplo do que já aconteceu com as demais pandemias que a humanidade já teve que enfrentar e erradicá-las, o mesmo irá acontecer com a Covid-19.  

Isto dito, e enquanto não formos vacinados, resta-nos tão somente a prevenção, e ente elas, três delas se destacam: o distanciamento social, o uso das máscaras e as constantes higienizações das nossas mãos. 

Volto a repetir: se as nossas autoridades políticas ao decretarem determinadas restrições seguindo as orientações da ciência, a curto e médio prazo a Covid-19 terá o mesmo fim que teve a peste bubônica, a gripe espanhola e a gripe suína, entre outras. 

A beleza de um eterno aprendiz e não ter a vergonha de ser feliz. 

 

Artigos Publicados

Tratamento precoce

Insuficiente

O fato é

A comemorar

A ser evitado