Colunistas

Assintomáticas

Assim são denominadas as pessoas contaminadas pela Covid-19 e que não apresentam nenhum dos seus sintomas.

O grau de agressividade da Covid-19 varia entre as pessoas, e entre elas, existem aquelas que sequer sentem os seus mais corriqueiros sintomas: febre, tosse seca, dificuldade para respirar, cansaço, entre outros. Ainda assim, pessoas assim, constituem-se em vetores de transmissão. Como no Brasil a quantidade de pessoas testadas foi, é e continua insignificante, milhares e milhares de pessoas continuam sendo contaminadas pela Covid-19 justamente pelos assintomáticos.
A falta de informações cientificamente recomendadas por parte das nossas autoridades políticas e as avalanches de desinformações, as tais fakeNews, empurraram o nosso país para a tragédia que ora estamos enfrentando. Não foi por acaso que o Brasil se tornou país vice-campeão mundial de contaminados e de mortes por Covid-19.
O enfrentamento a Covid-19 impunha, em princípio, o estabelecimento de um gabinete de crise sob o comando do presidente da República, Jair Bolsonaro e devidamente acordado com os governadores e prefeitos, logicamente, orientados pelas mais conceituadas instituições científicas, tanto as nossas, quanto às internacionais. Entre elas, a se destacar: a OMS-Organização Mundial de Saúde e a OPAS-Organização Pan-Americana de Saúde.
 Lamentavelmente, ao invés de instituir um gabinete de crise contra a Covid-19, veio a politização do coronavirus, digamos assim, a pior e mais assassina decisão, e a partir de então, as decisões passaram a ser tomadas ao sabor das circunstâncias de cada cidade e de cada Estado. O que aconteceu em Manaus representou a síntese da nossa desorganização.  
Só e somente só, a vacinação em massa da nossa população deterá o aprofundamento da nossa tragédia. Entretanto, enquanto não dispusermos das vacinas em quantidade suficiente para uma imunização generalizada, resta-nos tão somente continuarmos nos prevenindo, do contrário, os nossos sistemas públicos de saúde, inclusive, os privados, entrarão em colapso. Vide o que está acontecendo nos Estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, na região mais evoluída do nosso país.   
Se o ministro da economia, Paulo Guedes, e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, entre tantos outros mestres no assunto já confirmaram que o crescimento da nossa economia depende da vacinação da nossa população, enquanto isto não aconteça, resta-nos continuar nos prevenindo, ou seja, não participar de aglomerações, não deixar de usar máscaras e lavar as mãos sempre que tocá-las em objetos que possam está abrigando o coronavirus. 

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