Colunistas

A paz já voltou?

                

 

 A paz já voltou? 

O governo Tião Viana agiu, exemplarmente, quando o banditismo planejava fazer morada no nosso Estado. 

Se o banditismo pretendia fazer morada em nosso Estado, e a partir de então, passar a fazer e acontecer, por certo, seus integrantes jamais imaginava que daria de cara com um governo que se encontrava à altura de enfrentá-los e destroçá-los e já na sua primeira tentativa de estabelecer o nosso Estado as suas pretendidas organizações criminosas. Resultado: quebraram suas caras! 
Seja nos bons e/ou nos maus momentos, felizmente, temos a frente do nosso Estado um governante que tem se mostrado, pronto e preparado, para enfrentar as mais diversas adversidades. Do contrário, a exemplo do que já aconteceu em várias outras unidades de nossa federação, corríamos o sério risco de sermos governados por dois Estados: o propriamente dito e o Estado/bandido.
Aliás, tem sido nas mais desconfortáveis situações que o governador Tião Viana tem dado sucessivas demonstrações de sua capacidade gestora. E olhe que, desde o seu primeiro mandato, e neste segundo, sobremaneira, os desafios não tem lhe dado trégua. Vai-se um e logo vem outro. Nem mesmo a crise econômica, a mais aguda de nossa história, presente no seu dia a dia, e de todos os governos, o tem levado ao desânimo. Pelo contrário, só o tem encorajado.  
Se da desgraça podemos tirar algumas lições, das ameaças feitas pelo banditismo, o desafio mais recente ao qual foi submetido, o governador Tião Viana, restou à nossa sociedade a importantíssima lição: nossa sociedade está sendo governada por alguém que sabe usar da autoridade que lhes é conferida e que não foge de suas responsabilidades, em particular, quando irresponsavelmente desafiado. 
Foi mais que exemplar a reação do governo Tião Viana em favor do restabelecimento da nossa segurança pública. De tão exemplar, os “líderes” das facções criminosas, prefiro denominá-los de “cabeças”, foram mandados para bem longe de nossas fronteiras, ou seja, para suas merecidas hospedagens, no caso, as chamadas prisões de segurança máxima, diga-se de passagem, uma decisão profundamente inteligente. De mais a mais, seus comandados que ainda ficaram por aqui, particularmente, aqueles que já ocupavam funções graduadas no mundo do crime, além de já terem sido perfeitamente identificados, passarão a ter suas idas e vindas convenientemente patrulhadas. Segundo consta, outras providências estão sendo tomadas no sentido de evitar que eles voltem a se reorganizar, até porque, ao deixá-los livres, leves e soltos, haverá sempre o risco de voltarem a cometer futuras agressões. Queremos paz!

Artigos Publicados

Múltiplas opções

Pensem bem

Causas e feitos

Polarizada

Terminou a bagunça?