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A ver!

O novo normal que emergirá, pós-coronavírus, carece de um cuidadoso planejamento científico. 

A maioria dos países do mundo, uns mais e outros menos,  recorreram à ciência como o mais importante e eficaz instrumento contra a Covid-19, entre eles, poderíamos citar a própria China, justamente o país originário do coronavírus.  

Embora acusada de ter retardado, por algum tempo a sua presença em seu território, diga-se de passagem, uma acusação nunca confirmada, ainda assim, ao anunciá-la, a cidade de Wuhan, uma metrópole com 12.000.000 de habitantes e na qual foram identificados os primeiros contaminados pelo coronavírus, de pronto, foi submetida ao mais rígido isolamento social que se tem notícia na luta contra a Covid-19. De lá ninguém saia e nem entreva, a não ser, recomendação e devidamente orientado pelas suas autoridades sanitárias.   

Se assim não houvesse procedido, e em sendo a China, com seus mais de 1.400.000.000 de habitantes o país mais populoso do mundo, por certo, milhões e milhões de chineses teriam ido a óbito por causa da Covid-19. A partir de desta exitosa experiência, o isolamento social consagrou-se como a principal providência a ser tomada contra a expansão do referido vírus. Detalhe a ser considerado: em tais países a Covid-19 não foi politizada. Diga-se mais: os países que assim procederam são exatamente àqueles que estão contabilizando os menores números de mortes pela Covid-19. A Nova Zelândia, por exemplo, por seguidos dias não tem contabilizado uma única morte.               

Lamentavelmente, o pior dos exemplos contra a Covid-19 fora dado pelo presidente dos EUA, Donald Trump. A propósito, ele chegou a compará-la a uma gripe de curta duração, e ainda chegou a garantir que à curto prazo uma vacina contra o coronavírus seria descoberta. Resultado: o que os EUA já conseguiram garantir, a não ser que venha ser superado pelo Brasil, o primeiro lugar em morte e de contaminados.  

Candidato a reeleição e na condição de principal adversário da China, Donald Trump ainda persiste como o mais visível negacionista em relação à Covid-19 e assim manteve-se mesmo após a OMS-Organização Mundial de Saúde tê-la considera como uma pandemia. Pior fez o ditador da Bielorrússia, Alexandre Lukashenko, há 30 anos no poder e  ainda mais irresponsavelmente, chegou a recomendar que bastaria que  sua população ingerisse 50 mililitros de vodca, diariamente, para não serem contaminados com o cor onavírus.

 

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