Colunistas

Simples assim

Se a opinião pública se alimenta das opiniões publicadas, se falsas, prestam-se tão somente como um mal alimento.  

Bons tempos eram aqueles em que as pessoas se informavam através dos veículos de comunicação, posto que, na dúvida, determinadas informações sequer tornavam-se notícia, posto que, somente àquelas que fossem comprovadamente verdadeiramente ocupavam os seus espaços, sobretudo, as suas manchetes.  

Por assim proceder à imprensa assegurou para si e por  merecimento, o livre direito de manifestação. Lamentavelmente, este direito vem sendo cada vez mais questionado em razão das avalanches de notícias falsas que passaram a ocupar os nossos meios de comunicação. Reporto-me, sobremaneira, as nossas redes sociais.
Neste particular, a internet contribuiu muito negativamente e tem sido altamente nociva, justamente por ter motivado o surgimento de verdadeiras usinas de Fakes News, ou mais precisamente, de notícias absolutamente mentirosas, e não raramente, caluniosas e infamantes.

A imprensa que aprimora a nossa e qualquer sociedade, é sim, aquela que cuida de separar o joio do trigo, e a seguir, passa a tratar o joio como joio e o trigo como trigo, e não a que ora vivenciamos e que vem sendo abusiva e irresponsavelmente praticada.

Vejamos o que disse Joseph Pulitzer, considerado o mais exemplar e respeitável jornalista do mundo, tanto que, o Prêmio Pulitzer, se presta para homenagear os melhores profissionais da imprensa: “Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma”.

Se vivo fosse, bastaria o próprio Joseph Pulitzer acessar as nossas redes sociais para verificar que elas se transformaram em algo ainda pior do que ele havia previsto, até porque, pior que a desinformação foi à industrialização, e em grande escala, das falsas notícias que as redes sociais têm produzido.  E o mais grave: ainda existem àqueles que defendem a livre manifestação das Fake News, e assim o faz sob a alegação de serem contrários à censura.

 Sou favorável a liberdade opinião desde que aqueles que a utiliza com o propósito de injuriar, caluniar e assassinar a honra das pessoas  pague pelos crimes que vierem praticar. Do contrário e reportando-me a nossa atividade política, nas nossas próximas eleições, ao invés de marqueteiros, os candidatos buscarão formar seus valhacoutos, estes por sua vez, compostos por notórios assassinar de reputações.




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