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São importantes, sim.

As pesquisas são fundamentalmente importantes para execução de todo e qualquer planejamento

   Reporto-me as pesquisas técnica, cientificamente e, certamente, elaboradas por profissionais e empresas devidamente qualificadas. Excluo àquelas que são manipuladas e que só se prestam para interesses de quem as encomendam. Pesquisas notoriamente sem critérios e sem metodologias, de nada valem, pois são invariavelmente enganosas.   

    Toda e qualquer ciência, e em suas múltiplas especificidades, são precedidas de experimentos e seguidas de cuidadosas pesquisas. Vejamos o que faz, e há anos vem fazendo, com elogiosa proficiência, o IBGE-Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas. Quantos somos e como agimos independente de raça, credo e condição social, só tem sido possível, consultando as preciosas e cuidadosas pesquisas do nosso IBGE, entre outras.

    As vacinas contra toda e qualquer doença infecto contagiosa, em particular, contra a Covid-19, esta por ser a doença que presentemente pôs o mundo em estado de pânico, não surgiu de uma hora para outra, e sim, fruto do excepcional desempenho dos nossos renomados epidemiologistas e dos mais importantes centros científicos do mundo, e neste particular, os exitosos  resultados já foram alcançados, muitos tiveram a ver com as pesquisas.    

    Lamentavelmente, no nosso avacalhado ambiente político, a proliferação dos falaciosos pesquisadores e de empresas, tipo fundo de quintal e que se propuseram a executá-las, transformaram tão importante instrumento numa mercadoria. Em suas pesquisas não prevalece a ciência, apenas o preço. Para um candidato aparecer bem posicionado, e por vezes, em primeiro lugar, só depende do preço que o cantante se disporá a pagar.

    A nossa legislação eleitoral não poderá permitir que tais pesquisadores continuem difundido suas falácias, quando em jogo se encontra as escolhas dos nossos representantes políticos. Pior ainda: muitos deles conseguem se eleger influenciados por pesquisas grotescamente fraudadas.  

    Se de um médico é cobrado a sua inscrição no seu corresponde Conselho Federal de Medicina, de um advogado que seja inscrito na OAB e de um engenheiro, sua inscrição no CREA, não poderemos permitir que as pesquisas sejam realizadas e publicadas por quem não tem autoridade para executá-las.  

    Nos países politicamente avançados, essa canalhice não existe, isto porque, bastante educadas, suas populações só dão crédito aos institutos de pesquisas que as realizam em obediência a própria ciência, e em particular, na verdade que seus resultados expressam.

    Creio nas pesquisas e quando da minha formação de nível superior, aprendi o suficiente para dar-lhes crédito. Repito: nas pesquisas, e não nos dados colhidos por bandos de imbecis que se dizem pesquisadores e apenas vendem resultados conforme encomendados pelos seus contratantes.

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