sncAcre2-22-07-2011
 
 
 
 
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Criança é violentada em aldeia Jaminawa

Uma criança de seis anos de idade foi violentada na Aldeia Betel, localizada na cabeceira do rio Yaco, no município de Assis Brasil, (a cerca de 351 quilômetros da capital).    O crime aconteceu na noite de domingo, segundo o relato por telefone do indígena Chôla Manchineri, administrador do posto da Fundação Nacional do índio – Funai, na região de fronteira com o Peru. 

Ele contou que acompanhou os pais da vítima,  na Delegacia de Polícia,para dar mais detalhes do que ocorreu na aldeia. Durante o depoimento, o índio que não teve nome revelado, relatou que a criança estava na companhia de outra criança lavando os pratos, quando foi raptada por outro vizinho.  Assustada, a outra criança correu para a aldeia e revelou o que tinha ocorrido na beira do igarapé, onde estava com a coleguinha lavando os pratos da janta. “Imediatamente, os parentes adentraram a mata em busca da criança”, contou o administrador da Funai.

Depois de horas de busca no interior da floresta, os familiares somente encontraram a vítima porque ela estava aos pratos, em decorrente dos ferimentos provocado com a violência sexual.  Como o sangramento não estancava,  os país da menina deslocaram até a unidade de saúde mais próxima, na cidade de Assis Brasil, em busca de socorro.

Assim, que a médica plantonista fez a cirurgia nas partes íntimas, acionou os representantes do Conselho Tutelar, por volta das 20 horas da noite. “Logo que recebemos o comunicado do Hospital, procuramos a Delegacia de Polícia para comunicar o ocorrido”, contou por telefone a conselheira Neiva Ribeiro dos Santos.  

Todas as medidas cabíveis, segundo ela,  já foram tomadas para que o caso não fique impune.  Ela explicou que a menina passa bem, mas está bastante traumatizada e evitar comentar sobre o assunto do estupro. Por isso, deverá receber atendimento psicológico, como forma de superar o trauma.

Providências - A equipe de reportagem do jornal O Rio Branco manteve contato com a delegada  Lenice, que admite o registro da queixa,mas evitou dar detalhes para não atrapalhar as investigações em curso. O nome do indígena responsável pelo estupro continua sob sigilo, apesar dos parentes da vítima, deram detalhes sobre o perfil do vizinho agressor, que reside na mesma aldeia.  “Por enquanto, estamos tomando o depoimento das testemunhas arroladas no caso”, comentou a autoridade policial.

A delegada acrescentando ainda, que assim, que o juiz da Comarca de Assis Brasil expedir o mandato de prisão, uma equipe de policiais deslocará a comunidade em busca de capturar o acusado.  Com isso, o agressor será indiciado por estupro, com base na legislação penal, além de responder pelo crime em regime fechado, conforme a lei do branco.

 




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Comentários  

 
0 # 07.09.2010 12:31
tem que prende o culpado e manda pra penal la é olugar certo pra esse tipo de pessoa
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