acusados de matar o adolescente Fabrício (Foto: Félix Neves).
Drogas, prostituição de menores e magia negra estariam ligados à quadrilha que cometeu o crime.
Mãe da menor de 14 anos acusada de raptar e assassinar o adolescente Fabrício Augusto, 16, desaparecido desde o dia 16 de março, revelou em entrevista ao repórter Ronaldo Guerra e o cinegrafista Francisco Teixeira da equipe de reportagem da TV Rio Branco, que ainda existem acusados de cometer o crime que chocou a sociedade rio-branquense em liberdade.
A mãe que não quis revelar sua identidade com medo de represálias informou que sua filha que está presa na pousada do menor confessou a polícia que participou do crime, sendo uma das várias pessoas envolvidas na atrocidade que ceifou a vida de Fabrício Augusto.
“Minha filha confessou sua participação no crime, trabalhando no cativeiro com a função de vigiar e cuidar da vitima, alimentado o adolescente.”, relata a mãe.
Em depoimento a polícia a adolescente afirmou que a vitima foi executada aos poucos, com requintes de perversidade e rodeada de velas pretas, além de frases exaltando “espíritos demoníacos”.
“O estudante foi seqüestrado no terminal e levado para uma casa no ramal da Garapeira, na estrada entre Rio Branco e Senador Guiomard, que servia como cativeiro, é não aquele que foi informado no bairro Seis de Agosto. No dia 29 de março o adolescente foi morto a golpes de faca inclusive minha filha também furou a vitima, em seguida dois acusados pegaram o corpo da vitima e colocaram em um saco, daí levaram o corpo em um carro e jogaram no açude localizado no ramal Itucumã nas proximidades”, afirma a mãe.
A mãe denuncia também que por trás da morte do adolescente, está trafico de drogas, prostituição de menores e rituais de magia negra. De acordo com a mãe a casa utilizada como cativeiro pertence a um estrangeiro, sendo o filho deste homem o principal responsável pela quadrilha composta de por mais de 15 pessoas responsável pelo sumiço do Fabrício, além de outras pessoas.
Em virtude da colaboração feita de sua filha a policia informado todos os detalhes do crime, além prováveis outros que iriam ocorrer sua família está sendo ameaçada pelos acusados que continuam soltos.
“Tive que me mudar da minha casa, pois recebia constantes visitas de pessoas envolvidas no crime que agora me ameaçam porque ajudamos a polícia a prender alguns acusados. No entanto, não tenho proteção da justiça”, desabafa a mãe.


Antonio Muniz
Stalin Melo
Narciso Mendes
uma oportunidade de emprego
Comentários
sabe pq tem pena??? pq ñ aconteceu com vc!!!
Não há nada a se dizer caros leitores, a não ser orar por nossas vidas, nossos filhos e cobrar uma ação mais imediata das autoridades para conclusão imediata desse caso, cada minuto de espera se torna hora de sofrimento no coração dos parentes da vítima, e impunidade aos criminosos.
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