Banalizado, vulgarizado e por vezes esquecido, o beijo já teve um lugar de destaque nas telas dos cinemas
Na primeira metade do século 20, o beijo era tudo o que se esperava de um filme. Era ele quem concretizava mocinhas e galãs, compelindo a plateia a esperar ansiosamente pelo momento em que ambos compartilhariam segundos daquela ousadia permitida.
O beijo cinematográfico nasceu em 1896 com O Beijo, de Thomas Edison, cuja filmagem de apenas 47 segundos registrou os atores May Irwin e John Rice reencenando o beijo que protagonizaram na peça The Widow Jones (A Viúva Jones, em tradução livre). Foi um escândalo. E um sucesso.
Os beijos que vieram depois desse, até o advento da era da multinformação em que vivemos, ainda conseguiam causar um grande frisson nas pessoas, que muitas vezes iam ver um filme com a intenção firme de apenas ver um beijo. Dizia-se que um Rodolfo Valentino beijando valia mesmo um filme.
Isso acontecia porque a sala de cinema ainda era compartilhada com devoção, ainda representava uma fuga da realidade que podia durar duas horas ou mais.
Hoje, vamos ao cinema com os óculos de 3D. E são os seres azuis de Avatar ou a Alice adulta de Tim Burton que nos despertam alguma emoção. Tente lembrar de algum beijo de um filme recente que tenha provocado algum arrepio em você.
A seguir, os beijos mais cinematográficos do tempo em que ainda se sonhava no escuro do cinema:
O Beijo (1896), de Thomas Edison: o primeiro do cinema
O Filho do Sheik (1921): um beijo de Rodolfo Valentino era um espetáculo para não se perder
Caixa de Pandora (1929): um beijo era um escândalo quando havia Louise Brooks
Branca de Neve e os Sete Anões (1937): primeiro beijo de amor da princesa e do príncipe
As Aventuras de Robin Hood (1938): um beijo sempre esperado de Errol Flynn
... E o Vento Levou (1939): o beijo de Scarlett e Rhett Butler não precisa ser explicado
O Falcão Maltês (1941): um beijo de mulher fatal no durão Humphrey Bogart
Casablanca (1942): um beijo não é só um beijo, com Bogart e Ingrid Bergman
A Um Passo da Eternidade (1953): o beijo de praia mais famoso do mundo, com Burt Lancaster e Deborah Kerr
Janela Indiscreta (1954): um beijo de sonho, com Grace Kelly e James Stewart
Ladrão de Casaca (1955): o beijo com foguetório entre Cary Grant e Grace Kelly
Adeus às Armas (1957): um beijo no leito de morte, com Rock Hudson
Um Corpo que Cai (1958): um incrível beijo giratório de James Stewart e Kim Novak
Intriga Internacional (1959): o melhor beijo dentro de um trem, com Cary Grant e Eva Marie Saint
Quanto Mais Quente Melhor (1959): Marilyn descobre que Tony Curtis é na verdade um homem com este beijo inesquecível
O beijo cinematográfico nasceu em 1896 com O Beijo, de Thomas Edison, cuja filmagem de apenas 47 segundos registrou os atores May Irwin e John Rice reencenando o beijo que protagonizaram na peça The Widow Jones (A Viúva Jones, em tradução livre). Foi um escândalo. E um sucesso.
Os beijos que vieram depois desse, até o advento da era da multinformação em que vivemos, ainda conseguiam causar um grande frisson nas pessoas, que muitas vezes iam ver um filme com a intenção firme de apenas ver um beijo. Dizia-se que um Rodolfo Valentino beijando valia mesmo um filme.
Isso acontecia porque a sala de cinema ainda era compartilhada com devoção, ainda representava uma fuga da realidade que podia durar duas horas ou mais.
Hoje, vamos ao cinema com os óculos de 3D. E são os seres azuis de Avatar ou a Alice adulta de Tim Burton que nos despertam alguma emoção. Tente lembrar de algum beijo de um filme recente que tenha provocado algum arrepio em você.
A seguir, os beijos mais cinematográficos do tempo em que ainda se sonhava no escuro do cinema:
O Beijo (1896), de Thomas Edison: o primeiro do cinema
O Filho do Sheik (1921): um beijo de Rodolfo Valentino era um espetáculo para não se perder
Caixa de Pandora (1929): um beijo era um escândalo quando havia Louise Brooks
Branca de Neve e os Sete Anões (1937): primeiro beijo de amor da princesa e do príncipe
As Aventuras de Robin Hood (1938): um beijo sempre esperado de Errol Flynn
... E o Vento Levou (1939): o beijo de Scarlett e Rhett Butler não precisa ser explicado
O Falcão Maltês (1941): um beijo de mulher fatal no durão Humphrey Bogart
Casablanca (1942): um beijo não é só um beijo, com Bogart e Ingrid Bergman
A Um Passo da Eternidade (1953): o beijo de praia mais famoso do mundo, com Burt Lancaster e Deborah Kerr
Janela Indiscreta (1954): um beijo de sonho, com Grace Kelly e James Stewart
Ladrão de Casaca (1955): o beijo com foguetório entre Cary Grant e Grace Kelly
Adeus às Armas (1957): um beijo no leito de morte, com Rock Hudson
Um Corpo que Cai (1958): um incrível beijo giratório de James Stewart e Kim Novak
Intriga Internacional (1959): o melhor beijo dentro de um trem, com Cary Grant e Eva Marie Saint
Quanto Mais Quente Melhor (1959): Marilyn descobre que Tony Curtis é na verdade um homem com este beijo inesquecível

















