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Saúde

Acre em Números comprova fase positiva de transformações do estado

19 de Maio de 2017 às 08:53:27

Lançada periodicamente, a publicação Acre em Números é organizada pelo governo do Estado, por meio da Secretaria de Planejamento (Seplan), e reúne um número expressivo de informações sobre o estado, oferecendo uma leitura atualizada das transformações que vêm se verificando na última década.

Foi durante a gestão de Tião Viana, a partir de 2011, que o Estado passou a adotar um modelo que se apoia em ciência e tecnologia, com uma parceria entre governo, iniciativa privada e comunidade, sem desmatar e aproveitando as áreas já abertas nas cadeias produtivas sustentáveis.

Agora, é a primeira vez que o Acre em Números pode ser acessado pela internet, num site próprio, no qual, além do download completo, o cidadão poderá ter um acesso mais fácil aos indicadores do estado, além da possibilidade de entrar em contato diretamente com a equipe da Seplan.

“Nossa nova publicação aumentou de tamanho. O Acre cresceu e com ele cresceram os nossos indicadores e a forma como precisamos mostrar isso, apresentando, principalmente, os resultados das políticas de Tião Viana com resultados grandes e inovadores”, conta o secretário de Planejamento, Márcio Veríssimo.

O crescimento da economia

No campo econômico, as políticas públicas implantadas pelo atual projeto de governo desde 1999 mostram seu impacto. Se em 2002, o Produto Interno Bruto (PIB) do Acre era de R$ 2,9 bilhões, em 2014 o número saltou para R$ 13,4 bilhões.

O desempenho do Acre foi tão significativo que o estado obteve a melhor taxa de crescimento entre as unidades da Federação em 2014. Por setor, o que mais representa esse valor é o de serviços, com R$ 9,6 bilhões. O industrial segue em segundo lugar, com R$ 1,4 bilhão, e o agropecuário em seguida, com R$ 1,3 bilhão.

O reflexo de uma economia que só cresce também se dá no número de empregos, a ponto de o Acre ser um dos poucos estados do país que obteve saldo positivo no número de empregados entre 2014 e 2015, saltando de 133.161 postos de trabalho ocupados para 136.011 durante um período de recessão econômica.

O número se reflete diretamente no crescimento da quantidade de empresas no estado, que saiu de 1.088 em 2011 para 1.262 em 2014. Até mesmo no campo das exportações o estado ganhou maior destaque. Em 2015, o volume de negócios ultrapassou 15 milhões de dólares. Os principais destinos das exportações foram Estados Unidos,

Bolívia e Peru.

Os produtos derivados da castanha-do-brasil e de madeira representaram, em média, mais de 76% de todas as exportações do estado no período 2013 a 2015.

O reflexo em uma vida melhor

Com o desenvolvimento econômico aliado à preservação ambiental, o impacto social é o maior fruto a ser colhido.

O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) é uma medida composta de indicadores de três dimensões do desenvolvimento humano: longevidade, educação e renda. O índice varia de 0 a 1. Quanto mais próximo de 1, maior o desenvolvimento humano.

Enquanto em 2011 a média do IDHM no Acre era de 0,688, em pouco tempo este número saltou para 0,719 em 2014. Entre 2011 e 2013, o IDHM do estado era considerado de “médio desenvolvimento”, passando a “alto desenvolvimento” a partir de 2014.

A redução na taxa de extrema pobreza também é uma grande conquista. Se em 2004 a população acreana nessa condição era de 26,6%, em 2014 o número caiu para 10,2%.

O déficit habitacional também caiu – só o governador Tião Viana entregou mais de 12 mil casas em sua gestão, a maior entrega de residências feitas por um governo do Acre.

O programa Luz Para Todos, criado pelo então presidente Lula e reforçado pela presidente Dilma Rousseff, também foi longe no Acre, atendendo mais de 43 mil famílias em áreas rurais e totalizando 12.522,6 quilômetros de rede elétrica instalada.

Educação que orgulha

Com uma reformulação na educação acreana que começou em 1999 e foi intensificada no governo de Tião Viana, o Acre conquistou recentemente indicadores que revelam resultados muito positivos.

Nos anos iniciais do ensino fundamental (1º ao 5º ano), o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) do Acre aumentou de 5,0 em 2013 para 5,5 em 2015, ultrapassando a meta de 4,7 estabelecida pelo Ministério da Educação. O Ideb mostra que, de 2005 a 2015, o Acre tem apresentado ganho de 2,2 pontos, superando a média da Região Norte, que é de 5,0.

Na segunda etapa do ensino fundamental (6º ao 9º ano), o índice entre 2005 e 2015 apresentou evolução, superando mais uma vez a nota média da Região Norte e do Brasil, passando de 3,5 para 4,4. Já no ensino médio, o índice do Acre aumentou de 3,3 para 3,5 entre 2013 e 2015.

As taxas de analfabetismo no Estado na população acima de 15 anos também mudaram. Se em 2000 o número era de 23,7% dessa população, em 2014 passou para 13,08%. E o programa Quero Ler, implantado por Tião Viana, tem como meta a erradicação do analfabetismo até 2018 em pessoas maiores de 15 anos.

O esforço pela saúde de qualidade

Segundo um estudo feito em 2016 pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) junto com a Organização Não Governamental Contas Abertas, o Acre aparece como o segundo melhor estado do Brasil em investimentos na área da saúde em 2014.

Já em 2015, o governo do Acre realizou um investimento de R$ 929,61 por habitante na saúde, ficando atrás apenas do Distrito Federal, que destinou R$ 1.173,07 por habitante.

No campo da saúde, uma das maiores conquistas das políticas públicas implantadas desde o início da gestão da Frente Popular é a redução da taxa de mortalidade infantil. O Acre saiu de 23,96 mortes para cada mil nascidos em 1999 para 16,40 em 2014.

O Objetivo do Milênio, estabelecido pela ONU em 2000, projetava uma redução da mortalidade de crianças de menos de 5 anos para 21 mortes a cada mil nascidos vivos, no Brasil, até 2015, destacando o Acre nessa conquista superando o objetivo.

O Acre ainda foi destaque no Prêmio InovaSUS 2015, premiação promovida pelo Ministério da Saúde, conquistando o segundo lugar na Região Norte.

O prêmio foi criado para reconhecer, incentivar e premiar projetos e experiências inovadoras na Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

O projeto escolhido foi o de Implantação do Contrato Organizativo de Ação Pública de Ensino-Serviço (Coapes).

Se em 2011 o Acre possuía 2.032 médicos, em 2015 este número saltou para 2.177, com cerca de 44 especialidades.

Por meio de concursos públicos realizados pelo estado, houve um aumento em praticamente todos os quadros de servidores da saúde no mesmo período.

 

 

Agência

 




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