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Política

Deputada Eliane Sinhasique alerta para índice de adolescentes grávidas no Estado

07 de Dezembro de 2017 às 14:04:52

A líder do PMDB na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), deputada Eliane Sinhasique, apresentou durante a sessão desta quinta-feira (7) dados do relatório feito pela Fundação Abrinq, que analisa os principais indicadores nacionais associados a crianças e adolescentes para o monitoramento dos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável). A parlamentar destacou que o Estado tem o maior índice de adolescentes grávidas.

Eliane Sinhasique ressaltou que o Acre possui um índice de 27% de adolescentes grávidas, o que ela afirmou ser um dado alarmante. Solicitou também que o governo passe a investir 50% da verba utilizada em publicidade em ações que conscientizem a juventude sobre métodos contraceptivos. Disse ainda que as duas Secretarias da Mulher e da Juventude no Estado não cumprem com seu papel diante dessa problemática.

“O trabalho de instrução e orientação que deveria ser feito está falhando, temos duas Secretarias da Mulher no Acre e duas Secretarias da Juventude, no entanto, as ações no sentido de evitar a gravidez na adolescência são pífias. Existem mais de 15 métodos contraceptivos, mas faltam informações sobre prevenção aos jovens. Gravidez na adolescência é a interrupção de uma fase importante na vida de uma mulher”, destacou.

A parlamentar disse que encaminhou ao governo uma indicação solicitando a aplicação de 50% da verba de publicidade em campanhas de orientação aos jovens. De acordo com ela, falta sensibilidade aos órgãos competentes para que tomem providências e realizem ações em relação a esse alto índice de gravidez precoce.

“Encaminhamos ao governo do Estado uma indicação para que ele utilize 50% da verba de publicidade em campanhas de orientação. Que façam campanha na TV e rádio, disseminem conhecimentos para educar os adolescentes. Isso é muito sério! Falta sensibilidade para as secretarias da mulher tratarem essa situação com a devida importância que ela tem. Se tivessem pelo menos criatividade, eles iriam ao governo solicitar campanhas de orientação e educação”, concluiu.

 

Agência Aleac




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