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Meio Ambiente

Governo apresenta balanço parcial das ações realizadas durante a seca

25 de Outubro de 2016 às 08:30:11

De junho a setembro, o Acre enfrentou a maior seca dos últimos 40 anos. A execução de ações emergenciais e planejamentos prévios, realizados pelo governo do Estado, foram decisivos para a manutenção do abastecimento de água e o combate e prevenção de queimadas e desmatamento ilegal.

Segundo o satélite de referência do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o estado registrou 6.394 focos de calor nesse período.

Paralelamente, o governo desenvolveu campanhas educativas e operações de combate e fiscalização.

O Imac aplicou mais de R$ 1 milhão em multas (Foto: Diego Gurgel/Secom)

Imac aplicou mais de R$ 1 milhão em multas (Foto: Diego Gurgel/Secom)

O Batalhão de Policiamento Ambiental (BPA) apreendeu 111,77 metros cúbicos de madeira ilegal, realizou 43 conduções para delegacia e gerou 94 boletins de ocorrências.

As 40 horas de voo, realizadas pelo Centro Integrado de Operações Áreas (Ciopaer), resultaram no embargo e autuação de 60 propriedades rurais.

Nesse período, o Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac) aplicou mais de R$ 1 milhão em multas por crimes ambientais em todo o estado.

Somente em Rio Branco, o Corpo de Bombeiros atendeu duas mil ocorrências de incêndios florestais.

As fiscalizações foram realizadas em parceria com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Instituto de Mudanças Climáticas (IMC), Defesa Civil Estadual, Defesa Civil e Prefeitura de Rio Branco, Corpo de Bombeiros e demais órgãos ambientais.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Crise hídrica

O Depasa atuou com bombas flutuantes para manter o fluxo de abastecimento (Foto: Pedro Devani/Secom)

Depasa trabalha com bombas flutuantes para manter o fluxo de abastecimento (Foto: Pedro Devani/Secom)

O Rio Acre, em Rio Branco, atingiu sua menor cota (1,30 metro) nos dias 16 e 18 de setembro, segundo dados da Defesa Civil.

Nesse período, o Departamento Estadual de Pavimentação e Saneamento (Depasa) atuou com bombas flutuantes para manter o fluxo de abastecimento da capital, minimizando os danos causados à sociedade – Plano de Contingência que ainda está sendo desenvolvido em decorrência da oscilação do nível do manancial.

Edvaldo Magalhães diz que Proser vai responder mais rápido o sonho da comunidade (Foto: Sérgio Vale/Secom)
“As chuvas que recebemos não representam uma recuperação dos nossos lençóis de água. Temos tido uma grande oscilação do nível do Rio Acre, de modo que todo o esforço que estamos fazendo permanece igual ao que realizamos quando o rio estava a 1,30 metro”, explica Edvaldo Magalhães, diretor-presidente do Depasa.

Agência




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