Transplantados e pacientes renais crônicos do Acre tornam a denunciar falta de medicamentos: ?Não está fácil?

Por Wanglézio Braga

Membros da Associação dos Pacientes Renais Crônicos e Transplantados do Acre (APARTAC) não sabem mais a quem recorrer para resolver um problema que se arrasta por meses: A falta de medicamentos. Eles estão apelando nas Redes Sociais e denunciando ingerência da Secretaria de Saúde do Acre (SESACRE) no atendimento aos pacientes.

Segundo o presidente da APARTARC, Vanderli Ferreira, além de medicamentos essenciais para manter a vida dos pacientes, faltam médicos especialistas e aparelho para realizar procedimento na unidade de hemodiálise da Fundhacre.  

“Estamos sem médico especialista para fazer o exame chamado Ecodoppler. Estamos há 3 meses sem os medicamentos Azatioprina e Ciclosporina de 100 MG colocando em risco a vida de pacientes Transplantados e com doenças autoimunes, sem anestesista para confecção de fístulas. Necessitamos de um aparelho novo para realizar a dosagem de Tacrolimus”, denunciou seguido do desabafo “A situação para nós renais crônicos e transplantados não está fácil”.

Portal O Rio Branco entrou em contato com a SESACRE por meio da Assessoria de Comunicação. Em resposta, a gestão informou que "Esses medicamentos já estão na lista de aquisição do Unacon juntos aos fornecedores. Acredito que em breve já estarão disponíveis na nossa farmácia naquela unidade”. Sobre datas ou prazos, a comunicação não informou à reportagem.

Em relação à falta de médicos para fazer exames, fomos informados que o Serviço de Assistência Especializada (SAE) aos transplantados, que funciona na Fundhacre, daria mais explicações. Em contato com uma servidora do SAE, ela atribuiu que apenas a Diretora Assistencial poderia falar com a imprensa. No seu gabinete, fomos informados que ela estava em reunião.


Lavar as mãos
A lavagem deve ser feita frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos, respeitando os 5 momentos de higienização.


Não tocar o rosto
Evite encostar as mãos não lavadas na boca, nos olhos e nariz. Essas são as principais portas de entradas do coronavírus no organismo.


Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar
O ideal é usar cotovelo ou lenço. Se utilizar papel, jogue fora imediatamente.


Usar álcool em gel
Se não houver água e sabonete para lavar a mão, use o álcool gel 70%, que é eficiente para matar o vírus e outras possíves bactérias.


Evitar contato se estiver doente
Quem está com sintomas de doença respiratória deve evitar apertar as mãos, abraçar, beijar ou compartilhar objeto. Se puder, fique em casa.

Usar máscara se apresentar sintomas
Quem está com sintomas como tosse e espirro deve usar máscara mesmo sem o diagnóstico confirmado de covid-19.