Fechada há anos, Casa dos Povos da Floresta cai também no esquecimento do Governo

Por Wanglézio Braga

Inaugurada em 2003 para contar a história de indígenas, seringueiros e ribeirinhos que vivem no Acre, a Casa dos Povos da Floresta está fechada há mais de três anos no Parque da Maternidade, setor B, e corre risco de virar depósito de lixo se não houver fiscalização e limpeza pelos órgãos públicos.

O prédio que tem o formato de uma maloca indígena chama atenção de quem passa no maior parque urbano do Acre. O local que foi erguido na administração do ex-governador Jorge Viana (PT), servia como um museu onde os visitantes tinham conhecimento sobre as lendas, tradições, crenças e costumes dos povos que vivem na floresta. Uma cobra gigante feita com produtos artesanais e painéis com representações tridimensionais faziam parte das atrações.

No entanto, ainda na gestão Tião Viana, há mais de três anos o museu foi fechado para visitação de turistas e cidadãos. O Portal O Rio Brancoesteve no local e verificou in loco o total abandono e o descaso para com a cultura do povo acreano.

A fachada que deveria levar o nome do espaço, já não existe mais. Ao redor do prédio, lixo eletrônico, pichações e o matagal poluem a paisagem. À noite a situação complica. Lâmpadas são acesas somente no interior. Do lado de fora, escuridão total que se junta à falta de manutenção das luminárias do próprio parque. Para não dizer que ninguém anda por lá, a presença somente de um vigia que com medo de assalto e a onda de violência se ver obrigado a ficar trancado durante seu turno.

Lá dentro, muita poeira e teia de aranha, sinal de que há muito tempo o espaço não recebe se quer uma limpeza e manutenção. Algumas peças como Mapinguari, a Mãe da Mata, o Boto também precisam de restauração. Do lado de fora, pichações

A nossa redação tentou, durante toda manhã, ouvir o presidente da Fundação de Cultura Elias Mansour (FEM), através do telefone 99***4500 para saber se existe alguma previsão de retorno das atividades ou manutenção no lugar, mas não conseguimos contato e muito menos tivemos retorno das ligações. 

 


Lavar as mãos
A lavagem deve ser feita frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos, respeitando os 5 momentos de higienização.


Não tocar o rosto
Evite encostar as mãos não lavadas na boca, nos olhos e nariz. Essas são as principais portas de entradas do coronavírus no organismo.


Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar
O ideal é usar cotovelo ou lenço. Se utilizar papel, jogue fora imediatamente.


Usar álcool em gel
Se não houver água e sabonete para lavar a mão, use o álcool gel 70%, que é eficiente para matar o vírus e outras possíves bactérias.


Evitar contato se estiver doente
Quem está com sintomas de doença respiratória deve evitar apertar as mãos, abraçar, beijar ou compartilhar objeto. Se puder, fique em casa.

Usar máscara se apresentar sintomas
Quem está com sintomas como tosse e espirro deve usar máscara mesmo sem o diagnóstico confirmado de covid-19.