Deputados repudiam agressão contra Jenilson: Tchê diz que isso não foi orientação do Governador

Por Wanglézio Braga

A repercussão da suposta agressão ao deputado, Jenilson Leite (PSB) quando participava do protesto com os servidores da Saúde pautou as discussões na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) durante a sessão de hoje (10). O deputado, José Luiz Tchê (PDT) que é líder do governo na Casa de Leis, repudiou o episódio e disse que “Nada se resolve com violência, o diálogo sempre será a melhor saída!”.

“Eu lamento muito, essa não é uma orientação do Governador Gladson Cameli. Não é! Eu participei ontem da reunião com o sindicato da saúde, acho que foi uma bela experiência. Eles estão reivindicando o que é de direito, o que é melhor para melhorar a vida das pessoas. Agora não podemos bradar que o governo não está trabalhando em prol dos servidores!”, discursou Tchê que foi vaiado pelos manifestantes enquanto fazia uso da Tribuna.

Já o deputado Fagner Calegário se aproveitou da situação para dizer que é mestre em Taekwondo e chamou o subsecretário da Sesacre, acusado de ter provocado a agressão, Coronel Jorge Resende, para um duelo. “Se ele quer brigar com servidores e deputado aqui está um que sai na porrada com ele”, disparou.

O líder do PCdoB na Assembleia, deputado Edvaldo Magalhães, disse que “Estamos diante de um absurdo sem tamanho! O que aconteceu hoje durante ação da greve dos trabalhadores e trabalhadoras da saúde foi um ato de covardia, truculência, brutalidade, afronte e violência para com os servidores e profissionais da área e também para com o colega deputado Jenilson”.

Magalhães concluiu questionando o governo Cameli. “É assim que o governo quer tratar os problemas do nosso estado e da nossa população? Com esse comportamento totalmente repudiável diante de servidores e parlamentares? Pois não aceitaremos. Nós, acreanos, não toleraremos esse absurdo, despreparo e desgoverno. Estamos acostumados a derrotar ditadores”, finalizou.