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Nos últimos dias o Rio Madeira...

10 de Janeiro de 2018 às 14:45:44

Nos últimos dias o Rio Madeira que faz parte do estado de Rondônia, mas, que fica  localizado às margens da BR-364, rodovia que liga o Acre ao resto do país, tem causado preocupação pelo aumento considerável do nível das águas, que no mesmo período do ano passado, segundo a defesa civil, estava bem menor e o aumento repentino pode significar um alerta para uma possível alagação semelhante a de 2014.

Pra quem não lembra naquele ano ficamos isolados. A enchente causou prejuízos imensuráveis com a impossibilidade dos transportes terrestres de mercadorias e de serviços. Cidades do Acre ficaram desabastecidas e o governo teve que pedir suprimento e combustíveis do Peru.

Em um vídeo de poucos segundos registrado na manhã de quarta-feira, o cinegrafista mostra o quão próximo a água está da BR e para prevenir um possível isolamento, o diretor do Dnit, Thiago Caetano, procurou o apoio do senador Gladson Cameli.
“O risco de é real e por conta disso, nós já começamos a fazer movimentação política procurando o Senador Gladson Camali, que fez contato com alguns ministérios e a ideia é justamente tentar acionar as hidrelétricas pra que elas mudem as operações e com isso baixe o nível do Rio Madeira, porque do jeito que está se não houver uma mudança e continuar chovendo, o risco é grande então se faz necessário que nossa bancada federal se  movimente para evitar um novo isolamento do Acre”, disse Tiago.

Ainda de acordo com Thiago Caetano, na semana que vem o superintendente do Dnit deve se reunir com os diretores em Rondonia para debater um plano de contingencia para se anteciparem as possíveis consequências da cheia. O diretor ressalta que não é preciso alardes por parte da população, a situação tem como ser revertida já que estão tomando medidas para se antecipar e prevenir que a BR seja fechada.

“Nós vamos debater um plano alternativo para se antecipar e fazer a mesma sistemática que fizemos em 2014, de balsa, elevação da rodovia em alguns pontos para tentar manter oi mínimo de abastecimento. No primeiro instante nós pedimos calma para todos que ainda é bem  preliminar a situação, tem como ser revertida, então não é motivo de caos de emergência. É motivo só para que a gente corra atrás politicamente e tome as medidas necessárias para evitar o pior”, finalizou.

 




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