Bittar afirma que que governos do PT mergulharam Brasil em profunda crise

ANTONIO MUNIZ

Em entrevista aos programas Bom Dia Rio Branco e Boa Noite Rio Branco, nesta quinta-feira, ambos na TV Rio Branco-SBT, o senador Marcio Bittar (MDB-AC), afirmou que o a gastança desenfreada e o festival de corrupção, dos governos do PT, mergulharam o Brasil em uma profunda crise. “Estamos em uma crise econômica sem precedentes. E quem nos colocou nessa foram os governos desonestos  do PT”, afirmou o senador.

Márcio afirmou que sob os anos do PT, a participação do Brasil na economia mundial caiu de 3,1%%, em 2003, para 2,9% em 2015.  O Brasil isolou-se do mundo. Rendendo-se ao bolivarismo de Chávez e ao Kirchinerismo de Cristina, ficou preso ao Mercosul e não fez acordos comerciais com o resto do mundo.

Com Bolsonaro na presidência, segundo Bittar, o Brasil se aproximou mais dos Estados Unidos e com outras potenciais mundiais como a China e Arábia Saudita que deverão fazer grandes investimentos em vários setores da nossa economia. “Bolsonaro colocou o Brasil no centro das atenções”, afirmou.

Além disso, segundo Bittar, o governo conseguiu reduzir o índice de desemprego, saindo dos quase 15 milhões, em dezembro de 2018 para cerca de 12 milhões em outubro. Segundo o senador, o governo conseguiu resgatar a credibilidade unto aos investidores que voltaram a acreditar no Brasil e fazer novos investimentos.

Bittar acredita que o Brasil  do Presidente Jair Bolsonaro vai começar o ano de 2020 bem melhor do que o fim de 2018, que registrava inflação crescendo, a taxa Selic em alta e o desemprego cegando aos 15 milhões. “Em dez meses, o Presidente Bolsonaro conseguiu colocar a taxa Selic em 5,5, a  menor da nossa história e pode fechar o ano em menos de 5%.

Defensor de reformas

Marcio Bittar, é assumidamente, defensor das reformas que o Brasil precisa e deve fazer para voltar a crescer e superar as crises, sobretudo a administrativa, a da Previdência Social e novo Pacto Federativo, do qual foi designado como relator .

Segundo Bittar, a máquina pública brasileira precisa ser diminuída para se tornar mais eficiente e transparente. “As empresas estatais têm servido apenas para satisfazer vaidades pessoais de grupos políticos corruptos que confundem público com privado”, afirma.

Marcio entende que se não houver reforma da Previdência, a situação vai se agravar e não haverá ajuste fiscal. Isso não só no governo federal, mas também nos estados e municípios. O Brasil está passando por um processo de envelhecimento muito rápido. Sem a reforma, segundo o senador, será impossível um ajuste fiscal no Brasil.

Relator do Pacto Federativo

Designado pela presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), senadora Simone Tebet (MDB-MS), como relator da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que debater um novo Pacto Federativo, Marcio Bittar afirma que  o Brasil vai corrigir enormes distorções e ser mais justo com Estados e Municípios.

Para o senador acreano, a proposta é essencial ao desenvolvimento econômico do país. O pacto federativo, para ele, é o primeiro passo para “modernizar e fazer o Brasil avançar”. O texto da PEC do pacto federativo traz mudanças na divisão de recursos de União, Estados e municípios e prevê, entre outros pontos, a descentralização de recursos do pré-sal, a criação de um Conselho Fiscal da República e medidas de desvinculação, desindexação e desobrigação do Orçamento.

“Isso significa muito mais recursos, que hoje são concentrados na União, indo para municípios e para os Estados do Brasil. Estima-se que cerca de R$ 400 bilhões em um período de 10 a 15 anos. O pacto federativo é dinheiro indo para prefeitura e Estado, que são os locais onde as pessoas são atendidas na saúde, na educação e na segurança pública”,disse o senador.