?Farão uma confraternização e vão rir muito dos acreanos?, diz Edvaldo sobre saída de Mônica e diretores da SESACRE

Por Wanglézio Braga

A exoneração ainda não oficializada da Secretária de Saúde, Mônica Rezende e de seus diretores, em especial Jorge Rezende, vem desse ontem (31) pautando as discussões nas mais variadas esferas. No parlamento, o deputado de oposição Edvaldo Magalhães (PCdoB) chegou a dizer que Mônica Feres e “sua junta militar” encerram o ciclo no Acre de forma desastrosa.  

“A importação indevida de Mônica Feres e sua Junta Militar encerra de forma desastrosa um capítulo triste na história da gestão na Secretaria de Saúde do Acre. Prepotência e arrogância, misturadas com incompetência e desconhecimento completo do terreno, fez o serviço em saúde entrar em colapso. A repercussão não é maior por conta do momento, ainda de lua de mel, propiciado pelo primeiro ano de governo”, disse.

Magalhães foi muito além à sua declaração e vislumbrou uma confraternização dos comissionados. “Muitos morreram pela ausência da assistência imediata. São inúmeros relatos espalhados por todo o Estado. Ao partir, baterão a poeira dos sapatos e retornarão para suas freguesias. Não têm um pinto para dar água por estas terras. Certamente farão uma confraternização e vão rir muito da cara dos acreanos”, acrescentou.

Por fim, o comunista comemora a saída dos cargos da Saúde. “Por aqui deram ordens, gritos e comandos. Uns lambe botas obedeceram, outros questionaram. Ao final, os responsáveis pelo desastre, nem desculpas terão coragem de pedir. Vão tarde, mas as marcas ficarão. Feridas abertas não cicatrizam facilmente”, concluiu.