Jornal compara aniversariantes do dia e sentencia: Neymar goleia CR7

Eleito três vezes o melhor jogador do planeta, Cristiano Ronaldo completará nesta quinta-feira 30 anos de idade. Com marcas incontestáveis e espetaculares na carreira, o astro do Real Madrid trava com Lionel Messi um duelo particular, inclusive quando o assunto é quebra de recordes. Porém, para a imprensa catalã o gajo não dá nem para a saída se comparado com a performance do outro aniversariante ilustre do dia: Neymar. 


Em sua edição do dia, "Mundo Deportivo" ressalta que, colocados na ponta do lápis o número de gols assinalados quando contava com os mesmos 23 anos do craque brasileiro, CR7 leva uma  goleada. O tabloide espanhol lembra que enquanto o camisa 11 do Barça já guardou oficialmente 219 vezes (em 359 jogos, média de 0,61), o avante luso assinalara com a mesma idade “somente” 107 gols (em 316 partidas), o que representa menos da metade (média de 0,31). 

Em compromissos envolvendo as respectivas seleções, outro passeio do ex-santista. Neymar já marcou 42 gols (em 60 compromissos) vestindo a amarelinha (média de 0,70), com CR7, então com 23 anos, contabilizando apenas 20 (em 53 jogos) pela esquadra portuguesa (média de 0,37). Agora com "trintinha" completados nesta quinta, soma 52 (em 118 jogos) e tem média de 0,44, bem inferior à da estrela maior do time de Dunga.

E não é somente na quantidade de tentos que Neymar leva vantagem. Também comparando com o desempenho de Cristiano Ronaldo quando completara 23 primaveras, a fera brasuca bate firme quando o tema passa a ser títulos conquistados: nove a quatro. 

Bem mais ambientado e entrosado com os companheiros em relação à temporada passada (a primeira no Camp Nou), Neymar vem mesmo enchendo os olhos da imprensa espanhola e, em especial, da torcida culé. Com 15 gols no Espanhol, o atacante está atrás apenas do companheiro Messi (22) e do principal goleador, justamente Cristiano Ronaldo, com 28 tentos até o momento. Para o "Mundo Deportivo", os três são "os jogadores mais determinantes do planeta na atualidade".

 

GLOBO