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Esportes

PM promove aulas de jiu-jitsu para crianças carentes de escolas públicas de Rio Branco

11 de Setembro de 2017 às 17:05:21

Como parte do trabalho comunitário desenvolvido pela instituição para as comunidades carentes do estado, o 5° Batalhão, localizado no bairro São Francisco, em Rio Branco, vem promovendo aulas gratuitas de submission, conhecido também por “jiu-jtisu sem pano”, aos alunos de escolas públicas que estudam nas proximidades da unidade militar.

Segundo o comandante do 5° Batalhão, tenente-coronel Rômulo Modesto, o projeto Em Forma com o 5° Batalhão, nome oficial da ação social, contemplará inicialmente os alunos das escolas Berta Vieira e Professora Clícia Gadelha e depois se estenderá a outras localizadas no bairro São Francisco.

 “O Em Forma com o 5° Batalhão era restrito apenas aos filhos dos militares e aos militares da corporação. Atualmente, abrimos as portas do quartel para as crianças e adolescentes a fim de trabalharmos preventivamente por meio do desporto e da disciplina militar e evitarmos, consequentemente, eventuais ações delituosas cometidas por esses jovens”, destacou o oficial.

O projeto

O trabalho de cunho comunitário é coordenado pelo sargento Ricardo Ferreira, faixa roxa de jiu-jitsu, e visa contemplar as crianças e adolescentes com bom desempenho na escola, bem como incentivar a pratica do desporto no intuito de afastá-las da ociosidade.

 Apesar da pouca estrutura logística, falta de kimonos (uniforme do praticante da modalidade desportiva) e de mais um tatame, o militar já tem mais de 30 alunos envolvidos no projeto em poucos meses de aula na unidade militar.

 “Todos eles são acompanhados por mim, que também trabalho no policiamento escolar, no intuito de verificar o rendimento escolar de cada um e bonificá-los com as aulas gratuitas como forma de incentivo para que continuem se dedicando na escola e tirem boas notas”, destacou o professor Ferreira.

Para Elias Ferreira Lima, de 11 anos, aluno da escola Berta Vieira, as aulas do professor Ricardo Ferreira o ajudaram a sair do ócio e a evitar as “más amizades” que poderiam levá-lo ao uso de drogas. “Estou me dedicando tanto aqui nas aulas do professor como lá na escola onde estudo, e espero muito em breve ter minha primeira graduação no jiu-jitsu”, disse.

 

 

Agência 




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