sncAcre2-22-07-2011
 
 
 
 
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Incêndio destrói cerca de 15 lojas no centro de Brasiléia

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incedio_brasileiaFoto: Alexandre Lima

Por volta das 3h40 da madrugada deste domingo, um incêndio que teve início em uma das lojas no centro comercial de Brasiléia, fez com que cerca de 15 lojas fossem consumidas pelas chamas causando desespero e prejuízo para muitos.

Lojas de roupas, pensões, botecos, açougue, malharia e mercearias foram incendiadas. Mesmo com a ajuda de muitas pessoas e policiais que chegaram a derrubar as portas para retirar e tentar salvar parte do que havia dentro, o desespero de alguns proprietários por pouco não termina em tragédia.

Os bombeiros foram acionados e tentaram debelar as chamas que se espalhavam para os dois lados. A luta durou mais de duas horas e foi preciso trazer duas máquinas para derrubar alguns comércios na tentativa de impedir a propagação das chamas.

Alguns comerciantes não tiveram tempo de salvar nada e perderam tudo ficando apenas com a roupa do corpo. Devido a intensidade do calor, as lojas que ficam do outro lado da rua, tiveram suas fachadas derretidas e era nítido o medo de que suas lojas incendiassem. Até mesmo os bombeiros do lado boliviano foram acionados para ajudar.

Ineficiência dos equipamentos dos Bombeiros e companhia de eletricidade


O trabalho dos bombeiros para apagar as chamas foi necessário e eficiente. Mas, o que chamou mais a atenção, foi a ineficiência dos equipamentos disponíveis. Segundo foi apurado e comprovado, apenas dois caminhões de pequeno porte dava auxílio no combate ao fogo.

Foi preciso recrutar caminhões pipas das cidades de Brasiléia e Epitaciolândia para ajudar. Foi dito que o caminhão com a capacidade de 10 mil litros foi levado para a Capital deixando apenas dois com capacidade de 3 mil, o que dificultou muito o combate das chamas.

Com chances de haver um grande curto circuito na rede elétrica que colocaria em risco a vida dos bombeiros e populares que ajudavam, a ineficiência do 0800 da companhia de eletricidade de nada adiantou para cortar a eletricidade.

A atendente pedia um número de um dos contadores para que pudesse pedir o corte da rede, senão, nada poderia fazer. Mesmo o pedido sendo feito por um policial militar.

Cerca de 500 comércios ficaram sob perigo


Caso as chamas não fossem debeladas a tempo, todo o comércio existente na beira do rio Acre seriam consumidos. A tragédia seria maior e cerca de 500 prédios correram risco.

Muitos prevendo o pior, corriam para retirar o que havia dentro com ajuda de populares. Ainda é cedo para calcular os prejuízos, mas, alguns terão de começar tudo de novo. Não foi registrado nenhum caso de morte ou feridos.

 

 

 

 




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